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mercado financeiro

21/05/2020 - 13h36min. Alterada em 21/05 às 13h46min

Bolsas da Europa fecham em queda com coronavírus, dados e tensões EUA-China

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,75%, em 340,26 pontos

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,75%, em 340,26 pontos


MIGUEL MEDINA/AFP/JC
As bolsas europeias fecharam na maioria em baixa, nesta quinta-feira (21). Os possíveis impactos do coronavírus sobre a atividade pesaram, ainda em meio a dúvidas sobre o sucesso nos processos de reabertura, bem como tensões entre Estados Unidos e China. Indicadores foram monitorados e não parecem mostrar, ao menos por enquanto, uma retomada robusta na atividade.
As bolsas europeias fecharam na maioria em baixa, nesta quinta-feira (21). Os possíveis impactos do coronavírus sobre a atividade pesaram, ainda em meio a dúvidas sobre o sucesso nos processos de reabertura, bem como tensões entre Estados Unidos e China. Indicadores foram monitorados e não parecem mostrar, ao menos por enquanto, uma retomada robusta na atividade.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,75%, em 340,26 pontos.
O movimento negativo das praças do continente ocorreu desde o início do dia. Diante de dúvidas sobre o risco de uma segunda onda de contágio por coronavírus que atrapalharia a recuperação, dados foram divulgados, ainda mostrando um panorama fraco. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu da mínima recorde de 13,6 em abril a 30,5 na preliminar de maio, acima da previsão de 24 dos analistas, mas bem abaixo da marca de 50 que separa contração da expansão nessa pesquisa.
Na frente geopolítica, notícias de possíveis sanções entre Estados Unidos e China estiveram no radar. O BBH acredita que, após o Congresso do Povo que ocorre nos próximos dias, Pequim pode reagir de modo mais forte aos ataques americanos, enquanto o CIBC alertou que a política internacional pode interferir na economia global e distorcer decisões sobre barreiras comerciais.
No Reino Unido, o PMI composto subiu de 13,8 em abril a 28,9, mas abaixo da previsão de 33,0 dos analistas. A Capital Economics comentou em relatório que os dados da pesquisa mostram que o pior pode já ter passado, com o relaxamento da quarentena em 13 de maio que permitiu a reabertura de algumas empresas. "Mas parece que a recuperação será lenta", diz a consultoria sobre o país. Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 registrou baixa de 0,86%, a 6.015,25 pontos, com Lloyds em queda de 4,94%.
Em Frankfurt, o índice DAX caiu 1,41%, para 11.065,93 pontos. Entre as ações em foco, Lufthansa subiu 2,70%, após chegar a subir mais de 5% em parte do pregão, com investidores vendo com bons olhos a notícia de que avança a negociação de um pacote de ajuda do governo alemão para a companhia aérea. Já Deutsche Bank e Commerzbank tiveram baixas de 2,03% e 2,55%, respectivamente.
Na Bolsa de Paris, o índice CAC 40 registrou queda de 1,15%, para 4.445,45 pontos. Os bancos franceses tampouco se saíram bem, com BNP Paribas em baixa de 1,86% e Crédit Agricole, de 3,03%.
Em Milão, o índice FTSE MIB recuou 0,73%, a 17.087,06 pontos. Entre os papéis mais negociados, Telecom Itália terminou estável, Intesa Sanpaolo recuou 1,18% e Enel subiu 1,25%. A petroleira Eni perdeu 2,46%.
Na Bolsa de Madri, o índice IBEX 35 foi na contramão da maioria e subiu 0,04%, para 6.686,10 pontos. Em Lisboa, o índice PSI 20 caiu 0,20%, a 4.214,95 pontos.
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