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21/05/2020 - 11h06min. Alterada em 21/05 às 11h56min

Arrecadação cai 29% em abril e soma R$ 101,154 bilhões, afirma Receita Federal

Valor arrecadado foi o pior desempenho para meses de abril da série disponibilizada pelo órgão

Valor arrecadado foi o pior desempenho para meses de abril da série disponibilizada pelo órgão


Marcelo Camargo/Agência Brasil/JC
Sob efeito da pandemia do novo coronavírus, a arrecadação de impostos e contribuições federais teve forte queda em abril, quando somou R$ 101,154 bilhões, um recuo real (já descontada a inflação) de 28,95% na comparação com igual mês de 2019. Em relação a março deste ano, houve queda de 7,52%. O valor arrecadado foi o pior desempenho para meses de abril da série disponibilizada pela Receita Federal, que teve início em 2007.
Sob efeito da pandemia do novo coronavírus, a arrecadação de impostos e contribuições federais teve forte queda em abril, quando somou R$ 101,154 bilhões, um recuo real (já descontada a inflação) de 28,95% na comparação com igual mês de 2019. Em relação a março deste ano, houve queda de 7,52%. O valor arrecadado foi o pior desempenho para meses de abril da série disponibilizada pela Receita Federal, que teve início em 2007.
No ano, a arrecadação federal somou R$ 502,293 bilhões, o pior desempenho para o período desde 2017. O montante ainda representa recuo de 7,45% na comparação com igual período do ano passado. Diante do agravamento da crise, o Ministério da Economia anunciou a suspensão de cobranças de tributos como Pis/Cofins e contribuição previdenciária, além de pagamentos do Simples Nacional.
Parte das medidas começou a surtir efeito nas parcelas de abril. Esses adiamentos não significam que os tributos não serão cobrados. Após a suspensão, os valores precisarão ser quitados pelas empresas. O governo organizou os cronogramas para que os pagamentos sejam concluídos até dezembro, sem que o impacto seja empurrado para o ano que vem.
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