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Trabalho

- Publicada em 18h28min, 18/05/2020. Atualizada em 18h30min, 18/05/2020.

Sete milhões de empregos foram preservados com medidas trabalhistas, diz secretário

Sachsida reiterou que a área do crédito é a única na qual o governo precisa melhorar

Sachsida reiterou que a área do crédito é a única na qual o governo precisa melhorar


MARCELLO CASAL JUR/AGÊNCIA BRASIL/JC
O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, atualizou nesta segunda-feira (18) o número de pessoas atingidas pelas medidas trabalhistas criadas pelo governo para preservar empregos durante a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. Segundo ele, já são 7 milhões de empregos preservados.
O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, atualizou nesta segunda-feira (18) o número de pessoas atingidas pelas medidas trabalhistas criadas pelo governo para preservar empregos durante a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. Segundo ele, já são 7 milhões de empregos preservados.
Sachsida, contudo, reiterou que a área do crédito é a única na qual o governo precisa melhorar, de todas as frentes econômicas durante o combate à pandemia do novo coronavírus.
Ele espera que a situação avance com o início do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequena Porte (Pronampe), previsto para começar nesta semana.

Auxílio emergencial

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia reiterou que o auxílio emergencial criado durante a pandemia do novo coronavírus foi desenhado para durar no máximo três ou quatro meses. "Depois de três meses, esse programa tem de ser abandonado", disse o secretário, em live organizada pela Nova Futura Investimentos.
Segundo Sachsida, após esse período, será o momento de o País "parar de transferir dinheiro do pobre para o rico".
O secretário acredita que será necessário fortalecer os programas sociais que já existem. "Vamos remanejar o dinheiro dentro do orçamento, tirando daqueles que não são eficientes e transferindo para os que são eficientes."
Agência Estado
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