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conjuntura

- Publicada em 08h47min, 01/04/2020.

IPC-S avança 0,34% no fechamento de março, diz FGV

Item hortaliças e legumes contribuiu para avanço, com variação de 8,6% para 12,27%

Item hortaliças e legumes contribuiu para avanço, com variação de 8,6% para 12,27%


ALEXANDRO AULER/JC
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,34% em março, de queda de 0,01% em fevereiro, informou nesta quarta-feira (1) a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador subiu 0,16 ponto porcentual no fechamento do mês ante a terceira semana, quando a alta havia sido de 0,18%.
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,34% em março, de queda de 0,01% em fevereiro, informou nesta quarta-feira (1) a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador subiu 0,16 ponto porcentual no fechamento do mês ante a terceira semana, quando a alta havia sido de 0,18%.
Na comparação com a terceira semana de março, sete das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram acréscimo nas taxas. O destaque foi o grupo Alimentação (1,01% para 1,35%), puxado pela aceleração do item hortaliças e legumes, cuja variação passou de 8,6% para 12,27%.
Também houve acréscimo nas taxas de Educação, Leitura e Recreação (-0,88% para -0,28%), com a aceleração de passagem aérea (-8,82% para -2,72%); Habitação (0,04% para 0,28%), por causa da tarifa de eletricidade residencial (-0,6% para 0,34%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,4% para 0,49%), com artigos de higiene e cuidado pessoal (0,62% para 0,94%); Vestuário (-0,28% para -0,06%), puxado por acessórios do vestuário (-0,64% para 0,03%); Comunicação (0,09% para 0,13%), com a mensalidade para TV por assinatura (0,27% para 0,53%); e Despesas Diversas (0,01% para 0,03%), devido aos alimentos para animais domésticos (-1,88% para -0,66%).
Na outra ponta, o grupo Transportes desacelerou de 0,05% para queda de 0,13%, puxado pelo alívio na taxa da gasolina, de -0,98% para -1,38%.
Influências individuais
Puxaram o IPC-S do fechamento de março para cima o tomate (10,67% para 14,84%); Licenciamento e IPVA (estável em 1,4%); plano e seguro de saúde (estável em 0,59%); cebola (10,44% para 18,51%); e cenoura (28,47% para 29,43%).
As influências para baixo, além da gasolina e da passagem aérea, partiram de hotel (estável em -1,0%); frango inteiro (-2,11% para -2,43%); e etanol (-0,22% para -0,8%).
Agência Estado
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