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Energia

- Publicada em 03h14min, 23/03/2020. Atualizada em 03h00min, 23/03/2020.

Cooperativa de Erechim finaliza nova PCH

Empreendimento venceu um leilão de energia promovido pelo governo federal em 2017

Empreendimento venceu um leilão de energia promovido pelo governo federal em 2017


CRERAL/DIVULGAÇÃO/JC
A pequena central hidrelétrica (PCH) Forquilha IV Luciano Barancelli já está com as obras civis praticamente terminadas, devendo ser finalizadas neste mês de março, e a operação da usina está prevista para ocorrer em julho. O presidente da Creral, João Alderi do Prado, cooperativa de Erechim que desenvolve o projeto, faz a ressalva que espera que a questão do coronavírus não chegue a atrapalhar o cronograma. Hoje, são cerca de 120 pessoas atuando na conclusão da usina localizada no rio Forquilha, entre as cidades de Maximiliano de Almeida e Machadinho, no Norte do Estado.
A pequena central hidrelétrica (PCH) Forquilha IV Luciano Barancelli já está com as obras civis praticamente terminadas, devendo ser finalizadas neste mês de março, e a operação da usina está prevista para ocorrer em julho. O presidente da Creral, João Alderi do Prado, cooperativa de Erechim que desenvolve o projeto, faz a ressalva que espera que a questão do coronavírus não chegue a atrapalhar o cronograma. Hoje, são cerca de 120 pessoas atuando na conclusão da usina localizada no rio Forquilha, entre as cidades de Maximiliano de Almeida e Machadinho, no Norte do Estado.
Além da Creral, estão envolvidas com a iniciativa a Coprel, a Ceriluz e a Erechim Energia. A potência instalada da unidade será de 13 MW (cerca de 0,4% da demanda média de energia elétrica do Rio Grande do Sul). Com um custo estimado em R$ 74 milhões, a PCH terá um barramento de 300 metros de comprimento e oito metros de altura, área de alago de 41 hectares e canal de adução de 530 metros.
O empreendimento foi vencedor de um leilão de energia promovido pelo governo federal em 2017, prevendo a entrega da geração para o setor elétrico interligado nacional a partir de 2023. Como a usina operará antes desse prazo, a ideia é vender a geração até lá no mercado livre de energia (formado por grandes consumidores que podem escolher de quem vão comprar a eletricidade). A partir de 2023, 75% do volume de energia será destinado ao mercado cativo (das distribuidoras que compraram no leilão), e os 25% restantes continuarão no ambiente livre.
A Creral também participa do projeto de uma térmica que será alimentada com casca de arroz em Capivari do Sul, cujo início das obras aguarda o licenciamento ambiental. O presidente da cooperativa diz que a intenção é começar o empreendimento ainda neste ano. Alderi comenta que, se os trabalhos puderem ser desenvolvidos até agosto, será possível concluir a planta até o final de 2021; no entanto, se a licença demorar um pouco mais, esse prazo será alongado.
O escopo inicial previa uma térmica de potência de 5 MW, mas está sendo avaliada a possibilidade de reduzir para 4 MW. O investimento estimado é de aproximadamente R$ 35 milhões, e o consumo seria de cerca de 40 mil toneladas de casca de arroz por ano.
 
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