Porto Alegre, quinta-feira, 19 de março de 2020.

Jornal do Comércio

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mercado financeiro

Alterada em 19/03 às 10h46min

Dólar à vista renova mínimas após anúncio de oferta no spot e swap do BC dos EUA

Moeda americana segue em alta no mercado futuro

Moeda americana segue em alta no mercado futuro


FREEPIK/REPRODUÇÃO/JC
O dólar à vista passou a renovar sucessivas mínimas após o Banco Central ter promovido na manhã desta quinta-feira (19) intervenções no mercado, por meio de leilões de linha e de dólares à vista. A pressão segue no mercado futuro, onde a moeda americana permanece em alta.
O dólar à vista passou a renovar sucessivas mínimas após o Banco Central ter promovido na manhã desta quinta-feira (19) intervenções no mercado, por meio de leilões de linha e de dólares à vista. A pressão segue no mercado futuro, onde a moeda americana permanece em alta.
O BC vendeu oferta total de US$ 2 bilhões em dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra). Em outra oferta, nenhuma proposta havia sido aceita. Em seguida, a autoridade monetária anunciou leilão de dólares à vista, no qual vendeu US$ 250 milhões, metade da oferta inicial. Em meio a isso, o Federal Reserve anunciou linhas de swap cambial com mais 9 países, incluindo Brasil.
O dólar spot, que havia chegado à marca dos R$ 5,21 mais cedo, voltou a oscilar em baixa e atingiu mínima em R$ 5,1456. Às 10h26min, moeda à vista atingia cotação de R$ 5,1569, em baixa de 0,72%. No mercado futuro, o dólar para liquidação em abril avançava 1,31%, aos R$ 5,1745.
O dia começou com aversão ao risco também no exterior, com as principais bolsas europeias em baixa e também os futuros dos índices de Nova Iorque. Até mesmo porque, o índice de atividade regional da distrital da Filadélfia do Federal Reserve caiu de 36,7 em fevereiro para -12,7 em março, segundo pesquisa divulgada há pouco, abaixo da expectativa de analistas, que previam queda a 9.
No setor corporativo, a Petrobras informou que o preço do gás liquefeito de cozinha (GLP) cairá 5% na refinaria a partir de hoje. A estatal também confirmou que a redução nos preços do óleo diesel e da gasolina em 7,5% e 12%. No acumulado do ano, a queda dos derivados de petróleo - GLP, diesel e gasolina - é de 7,9%, 29,1% e 30,1%, respectivamente.