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Consumo

- Publicada em 12h15min, 05/03/2020. Atualizada em 12h18min, 05/03/2020.

Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 2,02% em fevereiro

A banana ficou 5,18% na Capital gaúcha na passagem de janeiro para fevereiro, segundo o Dieese

A banana ficou 5,18% na Capital gaúcha na passagem de janeiro para fevereiro, segundo o Dieese


CLAUDIO FACHEL/ARQUIVO/JC
Os preços dos produtos que compõem a cesta básica apresentaram queda de 2,02% em fevereiro de 2020 em Porto Alegre. Segundo o Dieese, os itens alimentícios passaram de R$ 502,98 em janeiro 2020, para os atuais R$ 492,83. No ano, a cesta registrou queda de 2,66% e em 12 meses apresentou alta de 9,53%.
Os preços dos produtos que compõem a cesta básica apresentaram queda de 2,02% em fevereiro de 2020 em Porto Alegre. Segundo o Dieese, os itens alimentícios passaram de R$ 502,98 em janeiro 2020, para os atuais R$ 492,83. No ano, a cesta registrou queda de 2,66% e em 12 meses apresentou alta de 9,53%.
Na passagem de janeiro para fevereiro, dos 13 produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais previstos, quatro ficaram mais baratos: a banana (-5,18%), a carne (-4,10%), o café (-3,52%) e a batata (-3,18%). Em sentido contrário, nove itens subiram de preço: o arroz (4,41%), o óleo de soja (3,46%), o feijão (2,10%), o tomate (1,82%), a farinha de trigo (1,31%), o açúcar (1,21%), o leite (1,02%), o pão (0,88%) e a manteiga (0,43%).
No ano, quatro itens ficaram mais baratos: a batata (-9,79%), o tomate (-8,86%), a carne (-4,90%) e o café (-1,88%). Em movimento oposto, nove produtos ficaram mais caros: o óleo de soja (9,38%), o arroz (8,51%), o feijão (4,75%), o açúcar (4,17%), a farinha de trigo (3,79%), a manteiga (1,64%), o leite (1,02%), o pão (0,88%) e a banana (0,43%).
Em 12 meses, nove produtos ficaram mais caros: a carne (20,09%), o tomate (18,59%), o óleo de soja (16,59%), o arroz (12,50%), a banana (12,25%), o açúcar (7,30%), a manteiga (4,36%), a farinha de trigo (2,13%), e o pão (1,78%). Por outro lado, quatro itens ficaram mais baratos: o feijão (-19,83%), batata (-14,61), o café (-9,54%) e o leite (-0,68%).
Em fevereiro, o valor da cesta básica representou 51,26% do salário-mínimo líquido, contra 52,62% em janeiro de 2020 e 49,01% em fevereiro de 2019. O trabalhador com rendimento de um salário-mínimo necessitou, em fevereiro, cumprir uma jornada de 103 horas e 45min para adquirir os bens alimentícios básicos. Essa jornada foi inferior ao que foi registrada em janeiro de 2020 (106h e 30min) e superior a verificada em fevereiro de 2019 (99h e 11 min).
A variação da cesta básica no período do Plano Real ficou em 639,62%, enquanto a inflação medida pelo INPC/IBGE acumulou 536,77% e o salário-mínimo registrou alta de 1.512,90% (variação nominal).

Custo da cesta básica aumenta em 10 capitais

O custo do conjunto de alimentos essenciais subiu em 10 capitais, em fevereiro de 2020, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em 17 cidades.
As altas mais expressivas ocorreram nas cidades do Nordeste e do Norte: Fortaleza (6,83%), Recife (6,15%), Salvador (5,05%), Natal (4,27%) e Belém (4,18%), enquanto as principais quedas foram observadas no Centro-Sul: Campo Grande (-2,75%), Vitória (-2,47%), Porto Alegre (-2,02%) e Goiânia (-1,42%).
A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 519,76), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 505,55) e por Florianópolis (R$ 493,15). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 371,22) e Salvador (R$ 395,49).
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