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Conjuntura

Notícia da edição impressa de 03/03/2020. Alterada em 03/03 às 03h00min

FMI e Banco Mundial estão prontos para ajudar com coronavírus

Kristalina Georgieva, do FMI, defende fortalecimento do monitoramento de saúde e dos sistemas de respostas

Kristalina Georgieva, do FMI, defende fortalecimento do monitoramento de saúde e dos sistemas de respostas


NICHOLAS KAMM/AFP/JC
O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial divulgaram comunicado conjunto, no qual afirmam estar prontos para ajudar os países-membros a lidar com "a tragédia humana e o desafio econômico representados pelo coronavírus". Os órgãos dizem estar "ativamente engajados com instituições internacionais e autoridades dos países, com especial atenção para os países pobres em que os sistemas de saúde são mais fracos e as pessoas estão mais vulneráveis".
O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial divulgaram comunicado conjunto, no qual afirmam estar prontos para ajudar os países-membros a lidar com "a tragédia humana e o desafio econômico representados pelo coronavírus". Os órgãos dizem estar "ativamente engajados com instituições internacionais e autoridades dos países, com especial atenção para os países pobres em que os sistemas de saúde são mais fracos e as pessoas estão mais vulneráveis".
A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, e o presidente do Banco Mundial, David Malpass, afirmam que usarão "todos os instrumentos disponíveis", incluindo "financiamento emergencial", assessoria política e assistência técnica. "Em particular, temos instrumentos de financiamento rápido que, coletivamente, podem ajudar os países a responder a uma ampla série de necessidades", afirmaram, defendendo o fortalecimento do monitoramento de saúde e dos sistemas de respostas como "cruciais para conter a disseminação deste e de qualquer outro surto futuro".
As entidades afirmam, ainda, ser essencial a cooperação internacional para lidar com o impacto de saúde e econômico do coronavírus. "O FMI e o Banco Mundial estão totalmente comprometidos para prover o apoio que as pessoas de nossos países-membros esperam de nós", garantem.