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Indústria

- Publicada em 21h14min, 20/02/2020. Atualizada em 21h13min, 20/02/2020.

Confiança aumenta entre os empresários gaúchos

Expectativa para os próximos seis meses sustenta alta do indicador

Expectativa para os próximos seis meses sustenta alta do indicador


/JOSÉ PAULO LACERDA/DIVULGAÇÃO/JC
O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (Icei-RS) de fevereiro atinge o maior nível desde janeiro de 2019. O indicador divulgado pela Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), aumentou 0,4 ponto em relação a janeiro, atingindo 66,9. A expansão no período é explicada pelo componente de expectativas para os próximos seis meses, cujo índice cresceu pela quinta vez seguida e atingiu 70,3 pontos, 0,7 acima de janeiro. "Apesar de os indicadores de atividade do setor mostrarem declínio nos últimos meses, a confiança continua entre os empresários gaúchos, não apenas pela percepção de melhora nas expectativas futuras, mas também nas condições atuais", diz o presidente da Fiergs, Gilberto Petry.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (Icei-RS) de fevereiro atinge o maior nível desde janeiro de 2019. O indicador divulgado pela Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), aumentou 0,4 ponto em relação a janeiro, atingindo 66,9. A expansão no período é explicada pelo componente de expectativas para os próximos seis meses, cujo índice cresceu pela quinta vez seguida e atingiu 70,3 pontos, 0,7 acima de janeiro. "Apesar de os indicadores de atividade do setor mostrarem declínio nos últimos meses, a confiança continua entre os empresários gaúchos, não apenas pela percepção de melhora nas expectativas futuras, mas também nas condições atuais", diz o presidente da Fiergs, Gilberto Petry.
O Icei-RS varia de 0 a 100 pontos, e acima de 50 mostra que os empresários estão confiantes. É composto por índices que avaliam as condições atuais e as expectativas em relação à economia brasileira e à empresa. O resultado de fevereiro indica que o otimismo está disseminado entre os empresários gaúchos, tanto com relação ao desempenho futuro da economia brasileira (69,5 pontos) quanto ao da própria empresa (70,6 pontos).
Já o Índice de Condições Atuais, depois de três altas seguidas, recuou 0,2 ponto em fevereiro, alcançando 60,2. Apesar da queda, por continuar acima dos 50 pontos, mostrou que as condições atuais seguem melhorando, segundo avaliação dos empresários consultados. O Índice de Condições da Economia Brasileira atingiu 62,8 pontos (63,5 em janeiro), e o de Condições das Empresas, 58,8 (59 no primeiro mês do ano). Segundo o presidente da Fiergs, o otimismo entre os empresários gaúchos se dá especialmente pelo comprometimento do governo com o ajuste fiscal e com as reformas estruturais. Também os juros menores, com inflação controlada e o aumento da demanda interna são fatores a justificar esse quadro. A alta confiança sinaliza crescimento da indústria gaúcha nos próximos meses. Entre os representantes de 183 empresas pesquisadas, o otimismo com a economia brasileira é disseminado: 76% dos empresários. A proporção de pessimistas é quase nula (0,5%). A parcela que não espera mudanças é de 23,5%.
 
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