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Porto Alegre, terça-feira, 21 de janeiro de 2020.
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Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Edição impressa de 21/01/2020. Alterada em 21/01 às 03h00min

Na Suíça, Guedes quer mostrar que Brasil está no caminho certo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu relatar no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que o governo Jair Bolsonaro tirou o Brasil "da margem de abismo fiscal em que estava" com as reformas econômicas que vem conduzindo, como a da Previdência, a MP da Liberdade Econômica, o "choque de energia barata" e a "desestatização do mercado de crédito".
O ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu relatar no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que o governo Jair Bolsonaro tirou o Brasil "da margem de abismo fiscal em que estava" com as reformas econômicas que vem conduzindo, como a da Previdência, a MP da Liberdade Econômica, o "choque de energia barata" e a "desestatização do mercado de crédito".
Guedes também afirmou que vai confirmar a mensagem passada na participação no evento do ano passado, de que o País é uma "democracia vibrante que está dando uma demonstração de vigor". "Nunca houve esse risco (de retrocesso democrático). Houve um erro de avaliação brutal (sobre a possibilidade de retrocesso democrático no governo Bolsonaro) ou um problema de aprisionamento cognitivo", declarou Guedes.
O ministro previu que, em 2020, a economia brasileira vai crescer "o dobro" do ano passado. Ao fim do mandato de Bolsonaro, prosseguiu o ministro, a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do País pode estar "acima de 3%" ou até "em torno de 4%", a depender do andamento das reformas econômicas que ainda não foram aprovadas, mas estão nos planos da sua pasta, como a tributária, a administrativa e o pacto federativo. Guedes avaliou, ainda, que a "combinação maldita" de taxa de juros elevada com o câmbio apreciado acabou. "O Brasil, agora, controla gastos do governo. Temos juros mais baixos, inflação mais baixa e câmbio um pouco mais alto." Ele admitiu que o dólar mais caro é o "novo normal", mas ponderou que a moeda americana não ficará necessariamente no atual patamar, em torno de R$ 4,00.
Quando questionado sobre a possibilidade de o Congresso desacelerar o andamento das reformas propostas ou apoiadas pelo Executivo em função de 2020 ser ano eleitoral, Guedes demonstrou otimismo: "As reformas vão ser tocadas simultaneamente, porque os temas são populares, os temas vão dar voto".
 
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