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- Publicada em 03h00min, 20/01/2020.

BNDES aprova empréstimos de exportações a quatro empresas

Maior das operações foi para a fabricante de aviões Embraer

Maior das operações foi para a fabricante de aviões Embraer


embraer/DIVULGAÇÃO/JC
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou quatro empréstimos para exportações de aviões, ônibus e caminhões, por parte de Embraer, Marcopolo, Mercedes e Scania, no valor total de US$ 370 milhões. Em nota, o banco estimou que as exportações financiadas garantirão a manutenção de 38 mil empregos no País.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou quatro empréstimos para exportações de aviões, ônibus e caminhões, por parte de Embraer, Marcopolo, Mercedes e Scania, no valor total de US$ 370 milhões. Em nota, o banco estimou que as exportações financiadas garantirão a manutenção de 38 mil empregos no País.
A maior das operações foi para a fabricante de aviões Embraer, que tomou empréstimo de US$ 285 milhões para financiar a exportação de 11 aeronaves modelo E175 para a American Airlines, nos Estados Unidos. O crédito corresponde a 85% do investimento total do projeto, de US$ 335,3 milhões. "O empréstimo ajuda a manter a liderança dos aviões produzidos no Brasil no mercado norte-americano de aeronaves regionais", diz a nota do BNDES.
Dois empréstimos financiarão a compra de 258 ônibus para o Sistema de Transporte Urbano da cidade de Santiago do Chile, que serão fornecidos pela Marcopolo e pela subsidiária brasileira da Mercedes. Somadas, as operações chegam a US$ 70,7 milhões.
O quarto empréstimo aprovado em dezembro para exportações pelo BNDES foi de US$ 15 milhões, para financiar a venda de ônibus e caminhões fabricados pela subsidiária brasileira da Scania para diversos importadores no Peru. Segundo o banco de fomento, esses contratos de venda para o Peru permitirão ampliar a capacidade instalada da fábrica da Scania no ABC Paulista, o que permitiria a manutenção de 3 mil postos de trabalho.
O financiamento às exportações está entre as atividades de maior polêmica envolvendo o BNDES nos governos do PT, mas os problemas foram concentrados nas operações para apoiar as exportações de serviços de engenharia pelas grandes construtoras brasileiras - que acabariam envolvidas em casos de corrupção.
 
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