Porto Alegre, domingo, 27 de setembro de 2020.
Dia Mundial do Turismo.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
domingo, 27 de setembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Varejo

- Publicada em 03h00min, 16/01/2020.

Black Friday sustenta alta do comércio em novembro

Setor de perfumaria e cosméticos está entre os que contribuíram para a elevação

Setor de perfumaria e cosméticos está entre os que contribuíram para a elevação


MATEUS BRUXEL/ARQUIVO/JC
Impulsionadas pela Black Friday, as vendas no varejo brasileiro subiram 0,6% em novembro na comparação com o mês de outubro, que registrou 0,1%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Novembro registrou o patamar mais elevado desde dezembro de 2016. Isso mostra que o setor vem mantendo a recuperação", disse a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.
Impulsionadas pela Black Friday, as vendas no varejo brasileiro subiram 0,6% em novembro na comparação com o mês de outubro, que registrou 0,1%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "Novembro registrou o patamar mais elevado desde dezembro de 2016. Isso mostra que o setor vem mantendo a recuperação", disse a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.
Este é o sétimo mês positivo seguido do comércio varejista em 2019, com ganho acumulado de 3,3% no período. Na comparação com o mesmo mês em 2018, a alta foi de 2,9%, oitava taxa positiva seguida. O número frustrou, porém, as estimativas do mercado. Economistas projetavam crescimento de 1,1% ante outubro e de 3,9% na comparação com novembro de 2018.
Das oito atividades pesquisadas pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), quatro registraram alta, sendo que três delas foram diretamente influenciadas pela Black Friday: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,1%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (1%) e móveis e eletrodomésticos (0,5%). A outra atividade a registrar crescimento foi a de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,8%).
O setor de maior peso no varejo, de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, ficou estável (0,0%), de acordo com a pesquisa. Já os demais segmentos ficaram no negativo, como tecidos, vestuário e calçados (0,2%); combustíveis e lubrificantes (0,3%); e atividade de livros, jornais, revistas e papelaria (4,7%).
Na comparação por regiões do Brasil, o comércio cresceu em 22 das 27 unidades federativas, com destaque para Roraima (9,3%), Rondônia (8,5%) e Acre (6,7%). As maiores quedas foram no Amapá e no Rio Grande do Norte (0,7% em ambos). De acordo com o IBGE, o acumulado de janeiro a novembro foi de 1,7%, comparando igual período no ano anterior. O indicador dos últimos 12 meses foi de 1,8% para 1,6%, sinalizando perda de ritmo. No comércio varejista ampliado, que vinha de oito meses de crescimento, o volume de vendas recuou 0,5% em novembro na comparação com o mês anterior.
Comentários CORRIGIR TEXTO