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Porto Alegre, terça-feira, 14 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

14/01/2020 - 19h34min. Alterada em 14/01 às 19h35min

Bolsas de Nova Iorque fecham sem direção única à espera de acordo EUA-China

As bolsas de Nova Iorque fecharam sem direção única nesta terça-feira (14), em meio à expectativa do mercado pela assinatura do acordo comercial preliminar entre Washington e Pequim e com o início da temporada de balanços, que trouxe resultados de empresas do setor bancário nesta terça.
As bolsas de Nova Iorque fecharam sem direção única nesta terça-feira (14), em meio à expectativa do mercado pela assinatura do acordo comercial preliminar entre Washington e Pequim e com o início da temporada de balanços, que trouxe resultados de empresas do setor bancário nesta terça.
Com isso, o Dow Jones subiu 0,11%, a 28.939,67 pontos, o S&P 500 recuou 0,15%, a 3.283,15 pontos, e o Nasdaq fechou em queda de 0,24%, a 9.251,33 pontos.
O pregão foi marcado pela volatilidade, causada pelo início da temporada de balanços e também pelo fato de os índices estarem próximos de níveis recordes. Nessa segunda-feira (13), o Nasdaq e o S&P 500 haviam renovado recordes históricos de fechamento e, nesta terça, o Dow Jones chegou a bater o 29 mil pontos.
Durante o dia, os três índices chegaram a operar em território positivo, mas perderam força após a Bloomberg informar que as tarifas dos EUA à China devem permanecer em vigor até depois da eleição americana de novembro. Nesta quarta-feira, os dois países devem formalizar a chamada "fase 1" do pacto comercial.
Para o banco suíço Julius Baer, a assinatura do acordo poderia "confirmar a redução dos ventos contrários ao comércio em 2020", mas a persistência da rivalidade geopolítica entre americanos e chineses "impede que o acordo comercial impulsione significativamente o sentimento comercial".
No setor bancário, as ações do Citigroup subiram 1,56%, após a empresa ter informado lucro líquido de US$ 5 bilhões no quarto trimestre de 2019, acima do registrado em igual período de 2018. Os papéis do JPMorgan, que também registrou alta anual no lucro líquido do último trimestre do ano passado, avançaram 1,17%.
O Wells Fargo, que frustrou a projeção para o lucro líquido no quarto trimestre de 2019, recuou 5,39%, a maior queda porcentual em quase dois anos. E as ações da Boeing, que fechou o ano com pedidos brutos de 246 aeronaves, menor nível desde 2003, registrou ganho de 0,65%. O fato de a companhia aérea americana ter conseguido entregar 35 aviões em dezembro, no entanto, prevaleceu.
Entre os setores, o subíndice de tecnologia do S&P 500 liderou as perdas (-0,60%), seguido pelo do setor imobiliário (-0,49%) e pelo do setor de insumos (-0,39%). 
Estadão Conteúdo
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