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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

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indústria

Edição impressa de 15/01/2020. Alterada em 15/01 às 03h00min

Calçadistas projetam alta de até 2,5% para 2020

Mercado interno absorve 85% da produção

Mercado interno absorve 85% da produção


MIGUEL RIOPA/AFP/JC
Durante a Couromoda, que ocorre em São Paulo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) informou que existe um "otimismo moderado" para 2020, segundo o presidente do Conselho Deliberativo da entidade, Caetano Bianco Neto, e o presidente-executivo, Haroldo Ferreira.
Durante a Couromoda, que ocorre em São Paulo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) informou que existe um "otimismo moderado" para 2020, segundo o presidente do Conselho Deliberativo da entidade, Caetano Bianco Neto, e o presidente-executivo, Haroldo Ferreira.
Segundo Bianco Neto, existe um "otimismo moderado" para 2020. "Em 2019, tínhamos expectativas muito positivas, mas o atraso de reformas estruturais importantes, caso da Previdência, acabou frustrando um pouco. O fato é que, para não ter que rever a estimativa de crescimento, ainda mais para baixo, estamos sendo um pouco mais conservadores nas projeções", informou Bianco Neto.
No início de 2019, a meta de crescimento chegava a 3,4%, número que foi revisto para entre 1,1% e 1,8% no último trimestre do ano. "Não foi um ano ruim, mas poderia ter sido melhor. O certo é que parou de piorar", afirmou, ressaltando que a confiança, tanto do mercado quanto do consumidor, segue em elevação com o novo momento econômico brasileiro.
Para 2020, o setor calçadista espera crescer entre 2% e 2,5%. Porém, diferentemente do ano passado, esse número deve ser puxado pelo desempenho no mercado interno, que absorve 85% da produção de calçados (de mais de 950 milhões de pares por ano). Já no mercado externo, a percepção é de que Estados Unidos e China estão "se acertando" e que o setor de calçados deve retornar aos patamares anteriores de embarques para o país norte-americano, historicamente o principal destino do produto brasileiro no exterior.
Por outro lado, a Argentina editou um decreto, no dia 10 de janeiro, que alterou o prazo das licenças não automáticas para importação de uma série de produtos brasileiros, entre eles, calçados.
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