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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 13/01 às 19h51min

Juros acompanham dólar e fecham em alta, à espera de dados de atividade

Os juros futuros fecharam a sessão desta segunda-feira (13), com alta leve na ponta curta e aceleração firme no trecho longo da curva, à medida que a ausência de notícias locais deu espaço para especulações em relação aos próximos passos do Banco Central e para a influência do câmbio na formação de taxas. A despeito de o dólar ter subido com a perspectiva de queda na Selic, a aposta em manutenção em 4,50% passou de 52% na sexta-feira para 55% hoje.
Os juros futuros fecharam a sessão desta segunda-feira (13), com alta leve na ponta curta e aceleração firme no trecho longo da curva, à medida que a ausência de notícias locais deu espaço para especulações em relação aos próximos passos do Banco Central e para a influência do câmbio na formação de taxas. A despeito de o dólar ter subido com a perspectiva de queda na Selic, a aposta em manutenção em 4,50% passou de 52% na sexta-feira para 55% hoje.
Enquanto a segunda-feira foi fraca de notícias para o mercado de renda fixa, operadores comentaram ao longo da sessão a expectativa com a agenda de indicadores da semana. Três índices de atividade do mês de novembro saem nos próximos dias, o que pode ajudar a balizar as expectativas para o Copom de fevereiro.
Amanhã às 9h, o IBGE divulga a Pesquisa Mensal de Serviços. Pesquisa com 24 instituições aponta para queda de 0,15% na margem (mediana), a partir de um intervalo de -1,00% a 0,20%. Caso se confirme, será o pior resultado para o mês desde 2015 (-0,90%). Além disso, saem ainda os resultados do varejo (quarta-feira) e o IBC-Br (quinta-feira).
A taxa do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 passou de 4,470% na sexta-feira para 4,490 (regular e estendida). A do DI para janeiro de 2023 foi de 5,680% para 5,740% (regular) e 5,730% (estendida). O janeiro de 2025 passou de 6,380% para 6,440% (regular) e 6,450% (estendida). Já o janeiro de 2027 saiu de 6,740% para 6,810% (regular) e 6,820% (estendida).
A aposta entre uma parte do mercado é de que, no conjunto, os dados vão mostrar um cenário ainda incipiente na atividade econômica. Para operadores, especialmente do mercado de câmbio, isso abriria espaço para a redução da Selic a 4,25% em fevereiro. A expectativa é a mesma que consta na Focus desta semana. Como o câmbio é um dos componentes para a formação de taxas, a curva de juros passou a inclinar.
Embora tenha circulado nas mesas a possibilidade de novo corte nos juros, as apostas de queda na Selic após o Copom de fevereiro cederam em relação a sexta-feira. Nos cálculos do economista-chefe do Haitong Banco de Investimento, Flavio Serrano, elas passaram de 48% na sessão anterior para 45% hoje.
Estadão Conteúdo
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