Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 13 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

13/01/2020 - 17h56min. Alterada em 13/01 às 17h56min

Petróleo fecha em queda, com WTI em menor valor desde 3 de dezembro

O petróleo fechou em queda nesta segunda-feira (13), com o WTI no menor nível em quase seis semanas, pressionado diante de incertezas sobre a manutenção do acordo de corte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), enquanto investidores ainda repercutem a diminuição de tensões no Oriente Médio.
O petróleo fechou em queda nesta segunda-feira (13), com o WTI no menor nível em quase seis semanas, pressionado diante de incertezas sobre a manutenção do acordo de corte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), enquanto investidores ainda repercutem a diminuição de tensões no Oriente Médio.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do WTI para fevereiro fechou em queda de 1,63%, a US$ 58,08 o barril, no valor mais baixo desde 3 de dezembro. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para março caiu 1,20%, a US$ 64,20 o barril.
Investidores acompanharam hoje a fala do ministro de Energia da Arábia Saudita, o príncipe Abdulaziz bin Salman, que afirmou ser muito cedo para falar sobre a possibilidade de a Opep+ manter cortes na produção para além de março, quando vence o atual pacto de restrição na oferta.
A incerteza sobre a manutenção do acordo de corte se sobrepôs ao otimismo com a assinatura de um acordo comercial inicial entre Estados Unidos e China, na quarta-feira, e às recentes tensões entre Washington e Teerã, que levaram à imposição de novas sanções americanas ao país persa.
"Investidores parecem convencidos de que o Irã não bloqueará o Estreito de Ormuz ou realizará ataques a remessas de petróleo", avalia o estrategista-chefe de mercado da FXTM, Hussein Sayed, em nota. "Isso ocorre porque as exportações iranianas para a China são uma fonte significativa da receita do governo e, sem ela, a crise econômica só vai agravar."
A especialista do Commerzbank Carsten Fritsch pondera, contudo, que "o risco do conflito aumentar novamente não deve ser ignorado; portanto, um certo prêmio de risco no preço do petróleo ainda é apropriado". Ela acrescenta, também, não esperar que o acordo de "fase 1" entre Washington e Pequim amplie a demanda do petróleo, como alguns apontam. "Na melhor das hipóteses, é provável que apenas impeça qualquer desaceleração adicional do crescimento", diz.
*Com informações da Dow Jones Newswires
Estadão Conteúdo
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia