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Porto Alegre, sexta-feira, 10 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 10/01 às 17h09min

Ouro fecha em alta após novas sanções dos EUA ao Irã e dado de emprego fraco

Os contratos futuros do ouro fecharam em alta nesta sexta-feira (10), após os Estados Unidos terem detalhado as novas sanções econômicas que o presidente norte-americano, Donald Trump, havia prometido impor ao Irã, em meio à tensão entre os dois países. O mercado também reagiu negativamente ao relatório de empregos (payroll) americano de dezembro, que ficou abaixo das expectativas e afastou os investidores de ativos de risco.
Os contratos futuros do ouro fecharam em alta nesta sexta-feira (10), após os Estados Unidos terem detalhado as novas sanções econômicas que o presidente norte-americano, Donald Trump, havia prometido impor ao Irã, em meio à tensão entre os dois países. O mercado também reagiu negativamente ao relatório de empregos (payroll) americano de dezembro, que ficou abaixo das expectativas e afastou os investidores de ativos de risco.
Com isso, o ouro para fevereiro subiu 0,37%, a US$ 1.560,10 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), com ganho semanal de 0,50%.
As novas sanções contra o país persa atingirão os setores de construção e indústria, além de autoridades, de acordo com o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin.
Nesta sexta, o primeiro-ministro iraquiano, Adel Abdul-Mahdi, também se pronunciou sobre o conflito no Oriente Médio e pediu ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que envie uma delegação ao Iraque para definir um mecanismo para a retirada de tropas americanas do país.
Já a criação de 145 mil novos postos de trabalho nos EUA no mês passado ficou abaixo da mediana das expectativas do mercado obtida pelo Projeções Broadcast, que era de alta de 159,5 mil vagas.
O resultado levou a uma queda em ativos de risco, como as bolsas, e ao enfraquecimento do dólar ante rivais. A moeda americana mais fraca deixa o metal precioso mais barato para detentores de outras divisas, o que também tende a apoiar sua cotação.
Na avaliação da Capital Economics, no curto prazo, "os preços do ouro devem ser apoiados por ventos contrários que a economia global enfrenta".
O mercado também opera no aguardo pela assinatura da chamada "fase 1" do acordo comercial entre Washington e Pequim na próxima semana. A expectativa é que o pacto seja formalizado na quarta-feira, 15.
Segundo a Reuters, no entanto, Trump disse nesta sexta-feira que a assinatura pode ocorrer "pouco depois" dessa data.
Estadão Conteúdo
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