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Porto Alegre, sexta-feira, 10 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Edição impressa de 10/01/2020. Alterada em 10/01 às 03h00min

Guedes inicia mudanças na equipe econômica

Mansueto Almeida permanece na Secretaria do Tesouro Nacional

Mansueto Almeida permanece na Secretaria do Tesouro Nacional


/WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL/JC
O ministro da Economia, Paulo Guedes, começou a promover alterações na sua equipe. As primeiras mudanças, esperadas desde o fim do ano passado, foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, em portarias assinadas pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, começou a promover alterações na sua equipe. As primeiras mudanças, esperadas desde o fim do ano passado, foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, em portarias assinadas pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
Foi oficializada a transferência de Esteves Colnago, que era secretário especial adjunto de Fazenda do Ministério da Economia, para o gabinete do ministro. Servidor de carreira do Banco Central, ele será chefe da Assessoria Especial de Relações Institucionais do Ministério da Economia. Colnago está na lista de denunciados na Operação Greenfield por suposta gestão temerária que provocou prejuízo de R$ 5,5 bilhões a fundos de pensão da Caixa Econômica, da Vale, do Banco do Brasil e da Petrobras. O Ministério da Economia afirma, por meio de nota, que Colnago "está à disposição da força-tarefa da Greenfield, do Ministério Público Federal, para prestar os esclarecimentos relacionados à gestão dos fundos de pensão".
Ministro do Planejamento do governo Michel Temer, Colnago deve ajudar na articulação com o Congresso na aprovação de um conjunto de reformas propostas por Guedes em novembro do ano passado. O servidor Jeferson Bittencourt irá ocupar a vaga deixada por Colnago na Secretaria Especial de Fazenda.
A saída do secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, que chegou a ser cogitada no fim do ano passado, foi descartada por enquanto. Ele deve ser nomeado secretário-executivo do Conselho Fiscal da República, que Guedes pretende criar em uma das propostas enviadas ao Congresso. Guedes considera esse processo de avaliação e de eventuais trocas na equipe como naturais. Na pasta, ele se comporta como o chefe de uma empresa, dizem pessoas próximas ao ministro. Com isso, ele traça metas e cobra resultados semanalmente de cada integrante da equipe.
 
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