Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 09 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado financeiro

09/01/2020 - 14h47min. Alterada em 09/01 às 14h51min

Bolsas da Europa fecham em alta na maioria, com bom humor por EUA-China e EUA-Irã

As bolsas da Europa encerraram em alta o pregão desta quinta-feira (9) à exceção de Madri. O bom humor foi ampliado nos mercados internacionais após a confirmação da viagem da comitiva chinesa aos Estados Unidos, entre os dias 13 e 15 de janeiro, para a assinatura da "fase 1" do acordo comercial entre as partes. Segue, ainda, alívio com o conflito entre americanos e iranianos, com a sensação de que não deve haver escalada nas tensões. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,34%, a 418,36 pontos.
As bolsas da Europa encerraram em alta o pregão desta quinta-feira (9) à exceção de Madri. O bom humor foi ampliado nos mercados internacionais após a confirmação da viagem da comitiva chinesa aos Estados Unidos, entre os dias 13 e 15 de janeiro, para a assinatura da "fase 1" do acordo comercial entre as partes. Segue, ainda, alívio com o conflito entre americanos e iranianos, com a sensação de que não deve haver escalada nas tensões. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,34%, a 418,36 pontos.
Os mercados internacionais se voltaram para a China, que confirmou a viagem do vice-primeiro-ministro chinês Liu He para Washington na próxima semana, para assinar o acordo comercial de "fase 1", como informou o Ministério de Comércio do país nesta quinta-feira. Uma delegação visitará a capital americana entre 13 e 15 de janeiro.
{'nm_midia_inter_thumb1':'', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'5c6f03d777ac4', 'cd_midia':8634598, 'ds_midia_link': 'https://www.jornaldocomercio.com/_midias/gif/2019/02/21/banner_whatsapp_280x50px_branco-8634598.gif', 'ds_midia': 'WhatsApp Conteúdo Link', 'ds_midia_credi': 'Thiago Machado / Arte JC', 'ds_midia_titlo': 'WhatsApp Conteúdo Link', 'cd_tetag': '1', 'cd_midia_w': '280', 'cd_midia_h': '50', 'align': 'Center'}
O apetite por risco já vinha, porém, com o alívio das recentes tensões no Oriente Médio. Em pronunciamento, ontem, um dia depois do ataque iraniano contra duas bases usadas por militares americanos no Iraque, o presidente americano, Donald Trump, preferiu evitar uma escalada no conflito e optou por impor mais sanções econômicas ao Irã.
Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 fechou em alta de 0,31%, a 7.598,12 pontos. As ações do BHP Group caíram 2,24% e os papéis da Antofagasta tiveram valorização de 0,39%. O índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, fechou em alta de 1,31%, aos 13.495,06 pontos. As ações do Deutsche Bank tiveram alta de 0,59% e os papéis da Bayer subiram 1,05%.
Em Paris, o índice CAC 40 também fechou com avanço de 0,19%, aos 6.042,55 pontos. Em Milão, o índice FTSE MIB registrou alta de 0,77%, aos 24.016,70 pontos. O índice PSI 20, da Bolsa de Lisboa, fechou em leve alta de 0,04%, a 5.229,19. Na contramão dos demais do Velho Continente, o índice Ibex 35, de Madri, fechou em queda de 0,10%, a 9.581,80 pontos.
Estadão Conteúdo
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia