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Porto Alegre, segunda-feira, 06 de janeiro de 2020.
Dia de Reis.

Jornal do Comércio

Economia

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Petróleo

Alterada em 06/01 às 13h16min

Bolsonaro diz que tendência no preço do combustível é se estabilizar

Presidente voltou a negar qualquer possibilidade de tabelamento

Presidente voltou a negar qualquer possibilidade de tabelamento


MARCELO G. RIBEIRO/ARQUIVO/JC
O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta segunda-feira (6), que, apesar de o preço dos combustíveis estar alto nas bombas, a tendência é de estabilidade. Ele, no entanto, voltou a negar qualquer possibilidade de tabelamento.
O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta segunda-feira (6), que, apesar de o preço dos combustíveis estar alto nas bombas, a tendência é de estabilidade. Ele, no entanto, voltou a negar qualquer possibilidade de tabelamento.
"Reconheço que o preço está alto na bomba. Pelo que parece, a questão lá dos Estados Unidos e do Iraque, o impacto não foi grande. Foi de 5%, mas passou para 3,5%. Não sei a quanto está hoje em relação ao dia do ataque, mas a tendência é a de estabilizar", disse o presidente ao deixar o Palácio da Alvorada.
Segundo Bolsonaro, o assunto pautará uma reunião da qual participará no Ministério de Minas e Energia ainda nesta segunda, às 16h. O presidente voltou a descartar qualquer política de tabelamento, estratégia que, segundo ele, já foi adotada no País e não deu certo.
Ainda de acordo com o presidente, o combustível, na bomba, custa três vezes o preço cobrado pelas refinarias. "É um absurdo. É muita gente ganhando dinheiro sem risco nenhum. São monopólios que vêm de décadas. Não podemos quebrar contratos, mas vamos quebrando devagar esses monopólios, usando a lei. O que pudermos abrir vamos abrir. Tem de haver concorrência ao máximo para quebrar monopólio", disse.
Sobre a reforma administrativa, Bolsonaro disse que a previsão é a de apresentá-la em fevereiro. E voltou a garantir que não afetará os atuais servidores concursados. "Fala-se muito em não ter mais estabilidade para quem incorporar no serviço público a partir de agora. A gente não pode apertar o projeto nesse sentido, porque muita gente vai dizer que estamos quebrando a estabilidade de 12 milhões de servidores. A gente não quer esse impacto negativo na sociedade. Para quem está (no serviço público) não mexeremos em nada."
Agência Brasil
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