Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 18 de dezembro de 2019.
Dia Internacional do Migrante.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Conjuntura

Edição impressa de 18/12/2019. Alterada em 18/12 às 03h00min

Indústria prevê expansão econômica de 2,5%

Entidade aposta em mudanças que gerem melhor ambiente de negócios

Entidade aposta em mudanças que gerem melhor ambiente de negócios


/JIM YOUNG/AFP/JC
A economia brasileira deve crescer 2,5% no próximo ano, contra uma alta de 1,2% do PIB em 2019. As projeções da Confederação Nacional da Indústria (CNI) foram divulgadas nesta terça-feira. Para a entidade, o investimento puxará esse movimento, com alta de 6,5% no próximo ano.
A economia brasileira deve crescer 2,5% no próximo ano, contra uma alta de 1,2% do PIB em 2019. As projeções da Confederação Nacional da Indústria (CNI) foram divulgadas nesta terça-feira. Para a entidade, o investimento puxará esse movimento, com alta de 6,5% no próximo ano.
"A garantia de que esse crescimento vai se materializar é a continuidade das mudanças na economia, que vão gerar melhor ambiente de negócios e mais segurança para as empresas investirem mais, contratarem mais", avaliou o economista da organização, Flavio Castelo Branco.
Economistas ouvidos pelo Banco Central estimam uma alta de 2,25% do PIB em 2020. O governo projeta um avanço de 2,35%. No caso do PIB industrial, a expectativa da CNI é de uma alta de 2,8% em 2020, contra 0,7% de crescimento neste ano. Se a projeção for confirmada, será a maior expansão desde 2011.
"As empresas iniciarão o ano com condições financeiras mais favoráveis, com taxas de juros mais baixas e menor endividamento. Além disso, a ociosidade dá os primeiros sinais de queda, ao mesmo tempo que as expectativas seguem otimistas", justificou a entidade.
Para a organização, o setor da construção civil será o "principal motor" do aumento do nível de atividade no próximo ano. Segundo Castelo Branco, a construção civil se beneficiará do avanço do governo nas concessões e nas privatizações, além do foco no setor de saneamento. "A recuperação do setor tende a gerar um número grande de contratações formais, dando suporte a novos avanços no consumo."
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia