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Porto Alegre, sexta-feira, 13 de dezembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 13/12 às 18h04min

Petróleo sobe a maior nível desde setembro após 'fase 1' de acordo EUA-China

O petróleo fechou em alta nesta sexta-feira (13), após Estados Unidos e China terem confirmado a conclusão da "fase 1" do acordo comercial entre os dois países. Os contratos da commodity alcançaram os maiores níveis desde meados de setembro, quando instalações petrolíferas na Arábia Saudita foram alvos de ataques, o que reduziu temporariamente a oferta.
O petróleo fechou em alta nesta sexta-feira (13), após Estados Unidos e China terem confirmado a conclusão da "fase 1" do acordo comercial entre os dois países. Os contratos da commodity alcançaram os maiores níveis desde meados de setembro, quando instalações petrolíferas na Arábia Saudita foram alvos de ataques, o que reduziu temporariamente a oferta.
O petróleo WTI para janeiro avançou 1,50%, a US$ 60,07 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), com alta semanal de 1,47%. Já o Brent para fevereiro subiu 1,59%, a US$ 65,22 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), com ganho de 1,29% na semana.
A commodity chegou a perder força no fim da manhã, após um tuíte do presidente americano, Donald Trump. Apesar de ter confirmado o pacto preliminar com os chineses, o republicano criticou uma reportagem do Wall Street Journal sobre retirada de tarifas à China.
Mas o petróleo voltou a acelerar quando o país asiático confirmou o acordo. Os chineses disseram, no entanto, que as negociações para a "fase 2" do pacto comercial devem começar somente após a implementação dos compromissos acordados na "fase 1". Trump e o representante comercial americano, Robert Lighthizer, porém, declararam que a próxima fase começaria imediatamente.
Lighthizer disse, ainda, que Pequim se comprometeu a elevar suas compras de produtos agrícolas americanos a US$ 40 bilhões ao ano, mas que a ideia é que esse patamar chegue a US$ 50 bilhões por ano.
"O mercado parece ignorar fato de que o desenvolvimento da oferta continuará sendo o fator chave no médio prazo", avalia Eugen Weinberg, chefe de pesquisa em commodities do Commerzbank.
"É provável que a oferta não pertencente à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) cresça 2,1 milhões de barris no próximo ano, mesmo que o Brasil se junte à Opep+ e reduza sua produção", afirma Weinberg, acrescentando que o mercado da commodity energética corre o risco de enfrentar um excesso de oferta na primeira metade de 2020.
Também nesta sexta, a Baker Hughes informou que o número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos Estados Unidos subiram 4 na semana, a 667.
Estadão Conteúdo
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