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Porto Alegre, sexta-feira, 13 de dezembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

13/12/2019 - 11h52min. Alterada em 13/12 às 11h52min

Ibovespa recua após Trump citar notícia 'errada' sobre acordo EUA-China

O apetite ao risco que contaminou as bolsas internacionais influenciou os negócios na B3 na abertura, que chegou a operar na máxima aos 112.809,71 pontos, diante da possibilidade de anúncio de conclusão da fase 1 do acordo comercial entre Estados Unidos e China nesta sexta-feira (13), e o resultado das eleições gerais no Reino Unido são os vetores do otimismo. No entanto, após 11h, o Ibovespa passou a cair, após novas informações sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China.
O apetite ao risco que contaminou as bolsas internacionais influenciou os negócios na B3 na abertura, que chegou a operar na máxima aos 112.809,71 pontos, diante da possibilidade de anúncio de conclusão da fase 1 do acordo comercial entre Estados Unidos e China nesta sexta-feira (13), e o resultado das eleições gerais no Reino Unido são os vetores do otimismo. No entanto, após 11h, o Ibovespa passou a cair, após novas informações sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China.
No Twitter, o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que o The Wall Street Journal "está completamente errado sobre redução de tarifas à China".
Após mais de um ano de escalada de tensões, os dois países tentam chegaram a um acordo, diante da proximidade da imposição das novas tarifas para importados chineses, no domingo. Há informações de que Pequim teria aceitado comprar US$ 50 bilhões em produtos agrícolas dos EUA em 2020, como parte do acerto. Já o governo norte-americano teria suspendido a implementação de novas tarifas de importação, programadas para entrar em vigor no domingo, além de reduzir tarifas já existentes.
No Reino Unido, o resultado das eleições gerais indicou uma vitória com boa vantagem do Partido Conservador, o que deve dar o apoio necessário para o Brexit. "Sendo assim, as notícias de ontem reduziram consideravelmente os dois principais riscos globais que estavam no radar e dão conforto para a nossa expectativa de melhora do ambiente global em 2020" avalia o Bradesco.
A MCM lembra que a onda protecionista, iniciada em 2018, tem prejudicado o comércio mundial e a produção industrial do planta. O efeito deletério desse processo sobre o crescimento, escreve a consultoria, poderá se dispersar mais rapidamente, se os aumentos de tarifas já anunciados forem revertidos, total ou parcialmente, como parece ser o caso desta vez.
Aqui no Brasil, a economia continua crescendo, como retratou há pouco o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Em outubro ante setembro, o indicador subiu 0,17%.
O investidor ainda avalia a notícia de que a Via Varejo, após informações de que uma investigação independente realizada por um comitê encontrou indícios de irregularidades contábeis na companhia.
Já a B3 anunciou projeções para 2020 e revisão de determinadas linhas referentes a 2019, enquanto a Petrobras anunciou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem a "intenção de avaliar" a venda de sua participação em ações ordinárias na petrolífera, por meio de uma oferta pública de distribuição secundária de ações, com esforços no exterior.
Quanto à Suzano, a empresa informou um plano de investimentos de R$ 4,4 bilhões para o ano de 2020, que serão aplicados em manutenção e expansão de seus negócios.
Estadão Conteúdo
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