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Porto Alegre, sexta-feira, 06 de dezembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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crédito

Edição impressa de 06/12/2019. Alterada em 05/12 às 21h39min

Endividamento das famílias aumenta em novembro

Os brasileiros ficaram mais endividados em novembro, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O percentual subiu de 64,7% em outubro para 65,1% em novembro. Também houve elevação em relação a novembro de 2018, quando essa fatia de endividados era de 60,3%.
Os brasileiros ficaram mais endividados em novembro, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O percentual subiu de 64,7% em outubro para 65,1% em novembro. Também houve elevação em relação a novembro de 2018, quando essa fatia de endividados era de 60,3%.
Por outro lado, a proporção de famílias inadimplentes, com dívidas ou contas em atraso, diminuiu de 24,9%, em outubro, para 24,7% em novembro, interrompendo uma sequência de quatro meses consecutivos de avanços. No entanto, a inadimplência ainda está em patamar superior ao de novembro de 2018, quando 22,9% das famílias tinham contas em atraso.
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) considera como dívidas as contas a pagar em cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado, crédito pessoal, carnê de loja, prestação de carro e prestação de imóvel. A CNC ressaltou que o aumento no endividamento não é necessariamente negativo, especialmente se não há avanço também na inadimplência.
"A redução das taxas de juros do crédito, associada à melhora no emprego formal, proporciona condições para a continuidade da tendência de aumento do crédito e do endividamento das famílias", avaliou a economista Marianne Hanson, da CNC, em nota oficial. O cartão de crédito manteve a liderança no ranking de tipos de dívidas, mencionado por 78,8% das famílias endividadas, seguido por carnês (15,7%) e financiamento de carro (9,2%).
 
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