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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de dezembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Energia

05/12/2019 - 17h02min. Alterada em 05/12 às 17h27min

Escolas de rede de ensino gaúcha serão abastecidas por energia solar

Em Viamão, parque tem 1,25 mil placas e tem capacidade de  gerar até 800 quilowatts

Em Viamão, parque tem 1,25 mil placas e tem capacidade de gerar até 800 quilowatts


REDE LA SALLE/DIVULGAÇÃO/JC
Na onda da expansão da produção de energia a partir do sol, a rede La Salle vai ativar o maior parque de geração de energia fotovoltaica do Rio Grande do Sul, segundo a instituição. As duas usinas, que tiveram investimento de mais de R$ 9 milhões, devem ser ativadas no dia 12. São instalações em Nova Santa Rita e Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA). A rede diz que é o maior parque de fonte fotovoltaica no Rio Grand do Sul.
Na onda da expansão da produção de energia a partir do sol, a rede La Salle vai ativar o maior parque de geração de energia fotovoltaica do Rio Grande do Sul, segundo a instituição. As duas usinas, que tiveram investimento de mais de R$ 9 milhões, devem ser ativadas no dia 12. São instalações em Nova Santa Rita e Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA). A rede diz que é o maior parque de fonte fotovoltaica no Rio Grand do Sul.
A maior delas é a de Nova Santa Rita, com capacidade de gerar até 1.200 quilowatts, com 3,6 mil placas. O equipamento vai atender sete escolas da rede, sendo seis na RMPA e uma em Caxias do Sul. A usina em Viamão terá capacidade de gerar até 800 quilowatts, com 1,25 mil placas, e abastecerá cinco instituições em Porto Alegre.
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Nova Santa Rita, com capacidade de gerar até 1.200 quilowatts, tem 3,6 mil placas. Foto: Rede La Salle
Além de ser alternativa para ampliar as fontes e reduzir custos de energia - 60% ao mês, as usinas devem servir para desenvolver estudos e projetos para alunos da educação básica e universitária, diz o La Salle. As instalações foram custeadas com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em repasses do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O crédito será pago em seis anos.
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