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Jornal do Comércio

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Comércio exterior

02/12/2019 - 13h27min. Alterada em 02/12 às 14h10min

Taxação do aço é uma retaliação ao Brasil, avalia Instituto

Medida do governo americano afeta as vendas externas das siderúrgicas brasileiras

Medida do governo americano afeta as vendas externas das siderúrgicas brasileiras


CHINA OUT/AFP/JC
O Instituto Aço Brasil recebeu com perplexidade a decisão anunciada nesta segunda-feira (2) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de restaurar as tarifas de importação de aço e alumínio provenientes do Brasil e da Argentina. Em sua conta no Twitter, Trump alegou que os Brasil e Argentina têm liderado uma desvalorização maciça de suas moedas, e que isso não é bom para os agricultores norte-americanos.
O Instituto Aço Brasil recebeu com perplexidade a decisão anunciada nesta segunda-feira (2) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de restaurar as tarifas de importação de aço e alumínio provenientes do Brasil e da Argentina. Em sua conta no Twitter, Trump alegou que os Brasil e Argentina têm liderado uma desvalorização maciça de suas moedas, e que isso não é bom para os agricultores norte-americanos.
Por meio de nota, o Instituto Aço Brasil reforçou que o câmbio no País é livre, não havendo por parte do governo qualquer iniciativa no sentido de desvalorizar artificialmente o real e a decisão de taxar o aço brasileiro como forma de “compensar” o agricultor americano é uma retaliação ao Brasil, que não condiz com as relações de parceria entre os dois países. “Tal decisão acaba por prejudicar a própria indústria produtora de aço americana, que necessita dos semiacabados exportados pelo Brasil para poder operar as suas usinas”, destaca o texto da entidade.
Já o presidente Jair Bolsonaro disse não ver como retaliação ao Brasil a decisão do governo dos Estados Unidos de aumentar as tarifas. Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, Brasil e Argentina estariam forçando uma desvalorização de suas moedas, o que tem prejudicado os agricultores daquele país.
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