Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 29 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 29/11 às 14h42min

Bolsas da Europa fecham em queda com diálogo EUA-China e outras notícias

As bolsas da Europa fecharam em território negativo nesta sexta-feira (29). As dificuldades no diálogo comercial entre Estados Unidos e China seguiram no radar, mas também foram monitorados indicadores da região e um incidente violento em Londres.
As bolsas da Europa fecharam em território negativo nesta sexta-feira (29). As dificuldades no diálogo comercial entre Estados Unidos e China seguiram no radar, mas também foram monitorados indicadores da região e um incidente violento em Londres.
Investidores ainda avaliavam o fato de o presidente americano, Donald Trump, ter sancionado lei em apoio a manifestantes em Hong Kong. A notícia poderia ser um entrave nas difíceis negociações comerciais com a China, já que Pequim vê Hong Kong como uma questão de política interna chinesa.
O Danske Bank, contudo, avalia que isso não parece afetar a perspectiva da conclusão da chamada "fase 1" do pacto bilateral. "A China até agora tem mantido outros casos de confrontação com os EUA em separado das conversas comerciais e deve fazer o mesmo com a lei de Hong Kong", acredita o banco. A incerteza sobre o assunto, porém, tem afetado o apetite por risco nas bolsas, em alguns dos pregões recentes.
O dia ainda foi atípico, com pregão abreviado e volumes menores nos EUA, por causa do Dia de Ação de Graças, comemorado na quinta-feira no país.
Na agenda da Europa, a confiança do consumidor do Reino Unido manteve-se em -14 em novembro, na mínima desde 2013, diante de incertezas como o processo de saída do país da União Europeia, o Brexit.
Na zona do euro, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 1,0% em novembro, na comparação anual, acima da previsão de alta de 0,9% dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal. O resultado segue ainda bem distante da meta de quase 2% do Banco Central Europeu (BCE), de qualquer modo.
Mais para o fim do pregão local, um episódio de violência em Londres foi monitorado. Um suspeito atacou várias pessoas a facadas e acabou morto pela polícia, segundo as autoridades locais. O homem levaria um colete com explosivos falsos, de acordo com a polícia britânica.
Em Londres, o índice FTSE-100 fechou em baixa de 0,94%, em 7.346,53 pontos, na mínima do dia. Na comparação semanal, ele avançou 0,27%. Nesta sexta, ações dos setores financeiro, de mineração e energia estiveram entre as quedas.
Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX caiu 0,07%, a 13.236,38 pontos, com alta semanal de 0,55%. Entre os bancos alemães, Deutsche Bank cedeu 1,13% e Commerzbank, 0,21%.
Em Paris, o índice CAC-40 recuou 0,13%, a 5.905,17 pontos, mas teve ganho de 0,20% na semana.
Na Bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB teve queda de 0,36%, a 23.259,33 pontos, mas ficou estável na semana.
Em Madri, o índice IBEX-35 fechou em queda de 0,07%, a 9.352,00 pontos, passando ao território negativo apenas no ajuste final. Na comparação semanal, o índice subiu 1,05%.
Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 registrou baixa de 0,46%, a 5.127,43 pontos, com baixa de 1,03% na semana.
Estadão Conteúdo
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia