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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

29/11/2019 - 08h47min. Alterada em 29/11 às 08h47min

Confiança do setor de serviços sobe 1,4 ponto em novembro, afirma FGV

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 1,4 ponto na passagem de outubro para novembro, para 95,0 pontos, na série com ajuste sazonal, informou nesta sexta-feira (29) a Fundação Getulio Vargas (FGV). É o maior nível desde fevereiro passado, quando o ICS ficou em 96,5 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice teve alta de 0,9 ponto em novembro.
O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 1,4 ponto na passagem de outubro para novembro, para 95,0 pontos, na série com ajuste sazonal, informou nesta sexta-feira (29) a Fundação Getulio Vargas (FGV). É o maior nível desde fevereiro passado, quando o ICS ficou em 96,5 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice teve alta de 0,9 ponto em novembro.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) do setor de serviços recuou 0,3 ponto porcentual em novembro, passando a 81,7%.
A alta de novembro do ICS foi puxada pelas expectativas em relação aos próximos meses. "A confiança de serviços voltou a subir influenciada pela melhora do otimismo do empresário do setor com os próximos meses. Por outro lado, depois de um expressivo aumento nos últimos cinco meses, a percepção sobre o momento presente apresentou um ligeiro recuo em novembro. Com essa combinação de resultados, o cenário para os próximos meses ainda segue de recuperação gradual do setor e sem expectativas de uma retomada mais robusta no curto prazo", diz a nota divulgada pela FGV.
Na composição entre percepção do momento presente e expectativa com o futuro, o Índice de Situação Atual (ISA-S) recuou 0,9 ponto, para 91,8 pontos, interrompendo a sequência de cinco altas consecutivas, quando acumulou 6,4 pontos no período. Já o Índice de Expectativas (IES) avançou 3,8 pontos em novembro, para 98,4 pontos, e compensou toda a queda sofrida no mês anterior (3,6 pontos), informou a FGV.
Para a entidade, houve descolamento entre as duas componentes a partir da definição das eleições gerais de 2018, que passou a ser revertido de março deste ano em diante. "A diferença entre o IE-S e o ISA-S atingiu o nível mais alto em fevereiro deste ano, quando a diferença foi de 14,1 pontos. Após esse período, iniciou-se uma aproximação dos dois índices principalmente pelo ajuste das expectativas, acumulando perda de 8,7 pontos de fevereiro a novembro enquanto no mesmo período o ISA-S ganhou 2,5 pontos", diz a nota da FGV.
A coleta de dados para a edição de novembro da Sondagem de Serviços foi realizada entre os dias 1 e 26 do mês, com 1.705 empresas.
Estadão Conteúdo
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