Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 29 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Varejo

Edição impressa de 29/11/2019. Alterada em 29/11 às 03h00min

Apenas 13% dos produtos subiram de preço antes da Black Friday

Uma das estratégias conhecidas popularmente como "black fraude" parece que não será significativa nas promoções deste ano. Numa amostra de 10.735 produtos monitorados nos últimos 15 dias, apenas 13% tiveram aumento no período.
Uma das estratégias conhecidas popularmente como "black fraude" parece que não será significativa nas promoções deste ano. Numa amostra de 10.735 produtos monitorados nos últimos 15 dias, apenas 13% tiveram aumento no período.
Em anos anteriores da Black Friday, órgãos de proteção ao consumidor verificaram que lojas elevaram os preços antes da data e voltaram para números próximos ao valor original durante o período de promoção, simulando um desconto -estratégia que ficou conhecida como "tudo pela metade do dobro".
Para detectar se essa tática será usada neste ano, foram acompanhados os preços on-line em 14 lojas, entre 13 e 27 de novembro. Entre as mercadorias monitoradas estão eletroeletrônicos, roupas, livros e móveis.
Quase 70% dos produtos não tiveram alteração no valor cobrado. Pouco menos de 20% registraram redução do preço, indicativo das promoções que as lojas fazem preparativas para a Black Friday.
Entre os 13% de produtos que variaram para cima, a maior parte é de itens de baixo valor (até R$ 300).
Em termos absolutos, são 1.300 itens que ficaram mais caros nestes últimos 15 dias. O aumento médio foi de 16,2%. Não há grande diferença na presença desses produtos mais caros entre as empresas.
Foram monitoradas Amazon, Americanas, Casas Bahia, Extra, Kabum, Magazine Luiza, Marabraz, Netshoes, Pernambucanas, Ponto Frio, Renner, Saraiva, Submarino e TokStok.
Para a ABComm (Associação Brasileira do Comércio Eletrônico), tanto o consumidor como as marcas atingiram certa maturidade para lidar com as ofertas na data, presente no calendário varejista brasileiro desde 2010.
"As reclamações diminuíram muito nos últimos dois anos. Se você considerar que as vendas sobem em grande proporção, as lojas estão aprendendo a fazer a lição de casa", afirma Mauricio Salvador, presidente da associação.
A ABComm estima que as vendas subam 18%. A expectativa de faturamento é de R$ 3,45 bilhões, acima dos R$ 2,92 bilhões de 2018.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia