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Porto Alegre, quinta-feira, 28 de novembro de 2019.
Feriado nos EUA - Dia de Ação de Graças.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

28/11/2019 - 11h41min. Alterada em 28/11 às 11h42min

Desempenho do dólar segue no radar e influencia Ibovespa

O comportamento do câmbio segue no radar dos investidores da Bolsa brasileira. A liquidez por aqui promete ser mais uma vez reduzida - hoje já fora -, devido ao feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos e, com isso, os mercados de ações de lá não abrem.
O comportamento do câmbio segue no radar dos investidores da Bolsa brasileira. A liquidez por aqui promete ser mais uma vez reduzida - hoje já fora -, devido ao feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos e, com isso, os mercados de ações de lá não abrem.
As preocupações no mercado cambial continuam, mas nesta quinta-feira (28) o Banco Central já agiu. A autoridade monetária vendeu US$ 1 bilhão em leilão no mercado spot, após ter recusado as propostas nos leilões conjugados à vista, de US$ 785,0 milhões, com oferta de swap reverso.
Após atingir R$ 4,2609 na máxima do dia, o dólar cedia 0,36%, a R$ 4,2433, às 10h55min. Já o Ibovespa, às 11h35min subia 0,21%, aos 107.932 pontos, depois de iniciar o pregão em baixa. Na mínima, marcou 107.148,02 pontos. Em seu discurso em evento em Brasília esta manhã, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, não comentou sobre câmbio.
Enquanto o investidor avalia o Plano Estratégico 2020-2024 da Petrobras, as ações da companhia operam em queda na faixa de 1%, limitando os ganhos juntamente com o setor financeiro. No exterior, o dia também é de baixa nas cotações do petróleo. O mercado ainda avalia as medidas do Conselho Monetário Nacional (CMN) para o cheque especial.
O governo limitou a 8% ao mês os juros cobrados pelos bancos no cheque especial, mas permitiu que as instituições cobrem uma tarifa mensal para oferecer o produto a seus clientes. Entrará em vigor em 6 de janeiro de 2020.
A mudança, conforme o Banco Central, tem o objetivo de tornar o produto menos "regressivo", considerando que o cheque especial é hoje utilizado principalmente por clientes de menor poder aquisitivo. Em entrevista, Campos Neto rebateu as críticas de que a decisão de impedir que os juros do cheque especial superem 8% ao mês seja um "tabelamento".
"As medidas do Banco Central vão em boa direção de diminuir os juros na ponta e talvez podem aumentar a potência da política monetária. Porém, isso ainda é incipiente. Essa agenda de diminuir o custo não será uma bala de prata, fazendo com que o mercado de crédito melhore consideravelmente. É necessário uma junção de melhorias que têm sido adotadas", resume um economista que prefere o anonimato.
O sinal também é de baixa nos mercados de ações da Europa. No radar dos investidores seguem atenções no debate sobre a guerra comercial, sobretudo após o presidente dos EUA, Donald Trump, sancionar legislação que apoia os manifestantes pró-democracia em Hong Kong. Analistas afirmam que o gesto pode prejudicar as negociações comerciais em andamento com a China.
Quanto à Petrobras, a estatal informou nesta quinta seu Plano Estratégico 2020-2024, reafirmando o compromisso de maior robustez financeira, alinhada a seus pares. A companhia divulgou previsão de investimentos (capex) de US$ 75,7 bilhões no quinquênio, o que é 10% menor que os US$ 84,1 bilhões para o período de cinco anos no plano anterior. Também afirmou que continua perseguindo a desalavancagem através da geração de caixa e dos desinvestimentos.
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Estadão Conteúdo
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