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28/11/2019 - 08h16min. Alterada em 28/11 às 08h16min

Bolsas da Ásia caem após Trump sancionar lei que apoia manifestantes em Hong Kong

As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira (28), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionar legislação que apoia os manifestantes pró-democracia em Hong Kong, num gesto que pode prejudicar as negociações comerciais em andamento com a China.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira (28), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionar legislação que apoia os manifestantes pró-democracia em Hong Kong, num gesto que pode prejudicar as negociações comerciais em andamento com a China.
Nos negócios da China continental, o índice Xangai Composto recuou 0,47%, a 2.889,69 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve queda de 0,26%, a 1.597,85 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,22%, a 26.893,73 pontos.
Na quarta-feira (27), Trump sancionou projetos de lei - aprovados pelo Congresso americano na semana passada - que expressam apoio aos manifestantes de Hong Kong que iniciaram uma onda de protestos pró-democracia há cerca de seis meses, apesar de objeções de Pequim. Nesta quinta, um comunicado do Ministério das Relações Exteriores da China reiterou críticas à lei e afirmou que o país asiático tomará "contramedidas", sem entrar em detalhes.
A iniciativa de Trump vem num momento em que os EUA tentam fechar um acordo comercial preliminar com a China. Na terça (26), o presidente americano disse que os dois países estavam próximos de um entendimento, fala que ajudou a impulsionar os mercados acionários globais nos últimos dias.
Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei registrou leve baixa de 0,12% em Tóquio, a 23.409,14 pontos, pressionado por ações ligadas a consumo, enquanto o sul-coreano caiu 0,43% em Seul, a 2.118,60 pontos, influenciado por papéis do setor de construção, e o Taiex cedeu 0,26% em Taiwan, a 11.617,08 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana ignorou o tom negativo da região asiática, e o S&P/ASX 200 avançou 0,20% em Sydney, para a máxima histórica de 6.864,00 pontos, graças a amplos ganhos liderados pelo segmento de telecomunicações.
Estadão Conteúdo
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