Porto Alegre, sexta-feira, 24 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sexta-feira, 24 de julho de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

mercado financeiro

- Publicada em 17h52min, 14/11/2019. Atualizada em 17h52min, 14/11/2019.

Ouro fecha em alta com busca por segurança puxada por incertezas comerciais

Os contratos futuros do ouro fecharam em alta nesta quinta-feira (14), com os investidores em busca de ativos mais seguros, em meio a dúvidas e rumores de impasse nas negociações entre Estados Unidos e China.
Os contratos futuros do ouro fecharam em alta nesta quinta-feira (14), com os investidores em busca de ativos mais seguros, em meio a dúvidas e rumores de impasse nas negociações entre Estados Unidos e China.
O ouro para dezembro fechou em alta de 0,69%, a US$ 1.473,40 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Na noite de quarta-feira, o assessor de comércio da Casa Branca, Peter Navarro, negou que a chamada "fase 1" do acordo comercial entre americanos e chineses tenha chegado a um impasse relacionado a compras agrícolas.
Segundo fontes ouvidas pela agência, Pequim evita fechar um acordo que possa beneficiar apenas Washington. Hoje, o porta-voz do Ministério de Comércio chinês, Gao Feng, disse que um corte nas tarifas que os EUA impuseram à China é "importante condição" para o acordo preliminar.
"Estamos confiantes de que o ouro contará com uma demanda maior, ao menos no curto prazo, devido a que as negociações para um acordo parcial na disputa comercial entre os EUA e a China parecem ter sido paralisadas", avalia o analista de metais do Commerzbank Daniel Briesemann.
Para Briesemann, dados econômicos "fracos" na China também contribuem para aumentar a aversão ao risco entre participantes do mercado e apoiam a demanda pelo metal precioso.
Dados divulgados nesta quinta-feira mostraram que a produção industrial do país asiático em outubro avançou 4,7% na comparação anual, mas ficou abaixo das expectativas de analistas ouvidos pelo Wall Street Journal, que previam alta de 5,2%. As vendas do varejo e os investimentos em ativos fixos também ficaram aquém do esperado na China em outubro.
Comentários CORRIGIR TEXTO