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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Balanços

Edição impressa de 13/11/2019. Alterada em 13/11 às 03h00min

Lucro da Caixa encolhe 14,2% no 3º trimestre

Banco também voltou a financiar até 70% do valor de imóveis usados

Banco também voltou a financiar até 70% do valor de imóveis usados


/ANA PAULA APRATO/ARQUIVO/JC
O lucro líquido recorrente da Caixa encolheu 14,2% no terceiro trimestre deste ano em relação à igual período de 2018. Fechou o período em R$ 4,2 bilhões. Se for considerada uma venda de R$ 6,9 bilhões de títulos públicos federais com rentabilidade atrelada à inflação (os chamados NTN-Bs), porém, o lucro contábil do banco público subiu 66,7% na mesma comparação, indo para R$ 8 bilhões.
O lucro líquido recorrente da Caixa encolheu 14,2% no terceiro trimestre deste ano em relação à igual período de 2018. Fechou o período em R$ 4,2 bilhões. Se for considerada uma venda de R$ 6,9 bilhões de títulos públicos federais com rentabilidade atrelada à inflação (os chamados NTN-Bs), porém, o lucro contábil do banco público subiu 66,7% na mesma comparação, indo para R$ 8 bilhões.
Os títulos, de acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, ficaram disponíveis para a venda a partir do pré-pagamento de parte do IHCD (Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida) que a Caixa adquiriu entre 2007 e 2013. No total, a Caixa tinha cerca de R$ 40 bilhões a devolver.
O IHCD foi adotado para permitir que o banco conseguisse aumentar sua oferta de crédito sem precisar de recursos da União, o seu controlador. Segundo Guimarães, parte dessa dívida do IHCD foi paga com os ganhos extraordinários vindos da venda de ações da Petrobras, realizada em junho.
A carteira de crédito ampla do banco público, por outro lado, apresentou uma nova retração no período, de 1,5%, para R$ 683,2 bilhões. A queda foi puxada pelas concessões para pessoas jurídicas e crédito rural.
O crédito para habitação, carro-chefe do banco público, registrou uma alta de 3,6% no período, percentual bem abaixo de seus pares privados, que apresentaram crescimentos superiores a 8%. Já as concessões para infraestrutura encolheram 1,7% no período, para R$ 81,7 bilhões.
 
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