Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 12 de novembro de 2019.
Dia do Supermercado. Dia Internacional da Qualidade.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Conjuntura

Edição impressa de 12/11/2019. Alterada em 12/11 às 03h00min

Focus eleva estimativa de inflação

A previsão de instituições financeiras para a inflação neste ano subiu. A previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 3,29% para 3,31%.
A previsão de instituições financeiras para a inflação neste ano subiu. A previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 3,29% para 3,31%.
Para os anos seguintes, não houve alterações: 3,60% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022. Essas estimativas são da pesquisa semanal Focus, do Banco Central (BC), realizada com instituições financeiras e divulgada nesta segunda-feira.
As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. O mercado financeiro continua esperando que a Selic encerre 2019 e 2020 em 4,50% ao ano.
Para 2021, a expectativa é que a taxa Selic termine o período em 6% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 6,50% ao ano.
A estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, foi mantida em 0,92% neste ano. Para 2020, a projeção subiu de 2% para 2,08%. Já a expectativa para 2021-2022 permanece em 2,50%.
A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4,00 para o fim de 2019 e 2020.
Focus
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia