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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de novembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Balanços

Edição impressa de 08/11/2019. Alterada em 07/11 às 22h11min

Lucro do Banco do Brasil salta 33,5% em um ano

Margem financeira e receita com tarifas e serviços puxaram o ganho

Margem financeira e receita com tarifas e serviços puxaram o ganho


/ITACI BATISTA/AE/JC
O lucro líquido ajustado do Banco do Brasil deu um salto de 33,5% no terceiro trimestre deste ano em comparação a igual período de 2018, para R$ 4,5 bilhões. O resultado fez o banco revisar para cima suas projeções de lucro em 2019.
O lucro líquido ajustado do Banco do Brasil deu um salto de 33,5% no terceiro trimestre deste ano em comparação a igual período de 2018, para R$ 4,5 bilhões. O resultado fez o banco revisar para cima suas projeções de lucro em 2019.
De acordo com o relatório divulgado pelo banco nesta quinta-feira (7), essa alta do lucro no período foi impulsionada pela margem financeira (principal receita de um banco, gerada por crédito) e pela receita com tarifas e prestação de serviços.
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Enquanto a margem financeira bruta líquida registrou um avanço de 5,6%, as receitas com serviços subiram 8,7%. Os ganhos nessa última linha foram calcados principalmente com os ganhos com seguros, previdência e capitalização e também com administração de fundos.
Já no que diz respeito à carteira de crédito ampliada do banco público (que também títulos de valores mobiliários), ficou em R$ 686,7 bilhões, uma ligeira queda de 0,7%.
Os empréstimos para pessoas físicas aumentaram 9,3%, para R$ 209,6 bilhões, mas as concessões para empresas caíram 5,4%, influenciada negativamente pelas linhas de grandes empresas. Os financiamentos ao agronegócio caíram 3% na mesma comparação.
A inadimplência do banco público teve um aumento de 0,66 ponto percentual, para 3,47%. A alta, segundo o relatório divulgado pelo banco, se deve a um caso específico. Tal efeito extraordinário também afetou o nível de cobertura para cobrir calotes do Banco do Brasil, que reduziu 24,1 pontos percentuais, para 168,6%.
A instituição revisou suas projeções de crescimento para o lucro líquido ajustado para este ano, que saíram de um intervalo entre R$ 14,5 bilhões e 17,5 bilhões para a faixa de R$ 16,5 bilhões a R$ 18,5 bilhões. Também houve alteração nas expectativas para o crédito rural, que saiu de uma estimativa de crescimento entre 3% a 6% para um avanço entre 0,5% e 3%.
O retorno sobre patrimônio líquido ajustado do banco (também conhecido como ROE), ficou em 15%, alta de 2,7 pontos percentuais no período.
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