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Porto Alegre, quinta-feira, 07 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado financeiro

07/11/2019 - 15h15min. Alterada em 07/11 às 15h15min

Bolsas da Europa sobem com possível revogação de tarifas entre EUA e China

As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (7), em meio ao apetite por risco no exterior, com notícias de que Estados Unidos e China concordaram em remover tarifas comerciais impostas de forma recíproca, sob a condição da assinatura da primeira fase de um acordo comercial. Em Londres, o mercado acionário ainda foi impulsionado pela fraqueza da libra, respondendo à decisão de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE). O índice pan-europeu Stoxx 600 teve alta de 0,42%, aos 405,60 pontos, após atingir os maiores níveis intraday desde 2015.
As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (7), em meio ao apetite por risco no exterior, com notícias de que Estados Unidos e China concordaram em remover tarifas comerciais impostas de forma recíproca, sob a condição da assinatura da primeira fase de um acordo comercial. Em Londres, o mercado acionário ainda foi impulsionado pela fraqueza da libra, respondendo à decisão de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE). O índice pan-europeu Stoxx 600 teve alta de 0,42%, aos 405,60 pontos, após atingir os maiores níveis intraday desde 2015.
Os mercados internacionais operaram em clima de otimismo, após o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Gao Feng, informar que o país asiático e os EUA concordaram em revogar tarifas sobre importados entre as duas partes. Com o bom humor, o índice DAX, da bolsa de Frankfurt, fechou com ganho de 0,83%, aos 13.289,46 pontos.
Entre as empresas listadas na bolsa alemã, as ações da Deutsche Bank se valorizaram em 1,76%. Os papéis da companhia aérea Lufthansa fecharam em alta de 6,84%, com balanço da empresa mostrando alta do lucro líquido em 4%, para 1,15 bilhão de euros. No caso da Arcelormittal, a valorização foi de 6,66% apesar de a siderúrgica ter relatado a segunda perda trimestral consecutiva, de US$ 539 milhões. O prejuízo, no entanto, foi menor do que as expectativas.
Em Londres, o índice FTSE-100 avançou 0,13%, aos 7.406,41 pontos, ajudado pela fraqueza da libra esterlina ante o dólar, respondendo à decisão de política monetária do BoE. O banco central manteve a taxa básica de juros do país em 0,75%, mas dois dirigentes votaram por um relaxamento monetário de 25 pontos-base, o que não acontecia desde 2016 e foi interpretado como uma postura mais "dovish". Para analistas do ING Economics, o BoE pegou os mercados de surpresa.
Em Paris, o índice CAC-40 teve alta de 0,41%, aos 5.890,99 pontos, com as ações da BNP Paribas avançando 2,95%. O índice FTSE-MIB, da Bolsa de Milão, fechou em alta de 0,56%, aos 23.503,03 pontos. Em Madri, o índice IBEX-35 fechou com ganho de 0,52%, aos 9.447,30 pontos. Já em Lisboa, o PSI-20 subiu 1,33%, aos 5.296,56 pontos.
Estadão Conteúdo
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