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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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alimentos

06/11/2019 - 12h31min. Alterada em 06/11 às 12h31min

Cesta básica de Porto Alegre sobe em outubro e mantém posto de 2ª mais cara do País

Nove produtos ficaram mais caros, em destaque o tomate (11,90%)

Nove produtos ficaram mais caros, em destaque o tomate (11,90%)


LUIZA PRADO/JC
A cesta básica de Porto Alegre voltou a subir em outubro, mantendo-se como a segunda mais cara do país. O conjunto de alimentos variou 1,08%, passando a custar R$ 463,24. No mês anterior, o custo era de R$ 458,29. Até setembro, cesta acumulava três quedas mensais consecutivas.
A cesta básica de Porto Alegre voltou a subir em outubro, mantendo-se como a segunda mais cara do país. O conjunto de alimentos variou 1,08%, passando a custar R$ 463,24. No mês anterior, o custo era de R$ 458,29. Até setembro, cesta acumulava três quedas mensais consecutivas.
No ano, a cesta está 0,32% mais barata e, em 12 meses, registrou alta de 2,97%. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e foram divulgados nesta quarta-feira (6).
Nove produtos ficaram mais caros, em destaque o tomate (11,90%), o açúcar (4,29%) e o arroz (3,94%). A batata (-17,66%), a manteiga (-1,40%) e o pão (-0,11%) foram os únicos alimentos que registraram queda de preço. O leite não variou (0,00%).
No país, o conjunto de alimentos aumentou em nove cidades e diminuiu em oito. As altas mais expressivas foram registradas em Brasília (5,21%), Campo Grande (3,10%) e Goiânia (1,12%). Já as quedas mais importantes ocorreram em Natal (-3,03%) e João Pessoa (-2,34%).
A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 473,59), seguida de Porto Alegre (R$ 463,24), Rio de Janeiro (R$ 462,57) e Florianópolis (R$ 458,28). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 325,01) e Natal (R$ 341,90).
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