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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

06/11/2019 - 10h00min. Alterada em 06/11 às 10h00min

Dólar cai com leilão de petróleo e contraria alta no exterior

O dólar opera com viés de baixa no mercado à vista em meio a expectativas pelo leilão de petróleo da cessão onerosa, no Rio de Janeiro. O ajuste contraria o sinal positivo predominante da moeda americana no exterior em relação a divisas emergentes ligadas a commodities, com investidores monitorando as notícias sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Embora um acordo comercial sino-americano ainda seja provável nas próximas semanas, um resultado positivo não está garantido, apontam analistas do Commerzbank.
O dólar opera com viés de baixa no mercado à vista em meio a expectativas pelo leilão de petróleo da cessão onerosa, no Rio de Janeiro. O ajuste contraria o sinal positivo predominante da moeda americana no exterior em relação a divisas emergentes ligadas a commodities, com investidores monitorando as notícias sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Embora um acordo comercial sino-americano ainda seja provável nas próximas semanas, um resultado positivo não está garantido, apontam analistas do Commerzbank.
Às 9h37min, o dólar à vista caía 0,32%, a R$ 3,9806. No mercado futuro, o dólar para dezembro recuava 0,34%, a R$ 3,9870.
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) habilitou 14 empresas para o certame, entre elas Shell, Exxonmobil, Chevron. O bônus de assinatura é de R$ 106 bilhões. Sem ter ideia do tempo de duração do leilão, os investidores ficarão atentos à presença de grandes empresas estrangeiras no leilão, após a britânica BP e a francesa Total anteciparem que não vão participar. Há receio no mercado de que a Petrobras fique "sobrecarregada", segundo apurou o Broadcast, comprometendo o pagamento de dívidas para arrematar as áreas pelas quais demonstrou interesse - Búzios e Itapu. Os dois campos custam cerca de R$ 70 bilhões. Há o risco de algumas áreas não receberem propostas. O bônus de assinatura é de R$ 106 bilhões.
Durante a manhã, serão monitorados também a votação da PEC Paralela, que inclui Estados e municípios na reforma da Previdência, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, e a participação do presidente do BC, Roberto Campos Neto, de audiência pública na comissão de Finanças e Tributação da Câmara.
Estadão Conteúdo
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