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Economia

- Publicada em 05 de Novembro de 2019 às 08:41

Índice de Preços ao Produtor sobe 0,45% em setembro, segundo o IBGE

Agência Estado
O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 0,45% em setembro, informou nesta terça-feira (5) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de agosto foi revista de uma elevação de 0,92% para 0,91%.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 0,45% em setembro, informou nesta terça-feira (5) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de agosto foi revista de uma elevação de 0,92% para 0,91%.
O IPP mede a evolução dos preços de produtos na "porta da fábrica", sem impostos e fretes, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação. Com o resultado de setembro, o IPP de indústrias de transformação e extrativa acumulou aumento de 2,94% no ano. A taxa em 12 meses até setembro foi de queda de 0,99%.
Considerando apenas a indústria extrativa, houve recuo de 10,49% em setembro, após o avanço de 7,67% registrado em agosto. Já a indústria de transformação registrou elevação de 1,07% em setembro, ante alta de 0,56% no IPP de agosto.
Os bens de capital ficaram 0,62% mais caros na porta de fábrica em setembro, segundo os dados do Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui a indústria extrativa e de transformação, divulgados pelo IBGE. O resultado ocorre após os preços terem aumentado 1,44% em agosto.
Os bens intermediários registraram elevação de 0,39% nos preços em setembro, ante um avanço de 1,19% em agosto.
Já os preços dos bens de consumo subiram 0,51% em setembro, depois de uma alta de 0,42% em agosto. Dentro dos bens de consumo, os bens duráveis tiveram elevação de 0,62% em setembro, ante queda de 0,48% no mês anterior. Os bens de consumo semiduráveis e não duráveis avançaram 0,48% em setembro, após a alta de 0,62% registrada em agosto.
A alta de 0,45% do IPP em setembro teve contribuição de 0,05 ponto porcentual de bens de capital; 0,21 ponto porcentual de bens intermediários; e 0,19 ponto porcentual de bens de consumo, sendo 0,15 ponto porcentual de bens de consumo semi e não duráveis e 0,04 ponto porcentual de bens de consumo duráveis.
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