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Porto Alegre, quarta-feira, 30 de outubro de 2019.
Dia do Comerciário. Dia do Balconista.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 30/10 às 09h46min

Dólar abre em alta e volta a subir acima dos R$ 4

O dólar opera em alta e acima dos R$ 4,00 no mercado doméstico nesta quarta-feira (30). Os ajustes no câmbio local estão em sintonia com os leves ganhos exibidos pela moeda americana em relação ao peso chileno (+0,16%) e o peso mexicano (+0,11%), após informações sobre um possível atraso na assinatura da chamada "fase 1" do acordo comercial entre Estados Unidos e China. A Reuters noticiou na terça-feira, 29, que esse acordo comercial preliminar sino-americano pode não ficar pronto a tempo de ser assinado no Chile, em meados de novembro, como era esperado, segundo um funcionário do governo americano.
O dólar opera em alta e acima dos R$ 4,00 no mercado doméstico nesta quarta-feira (30). Os ajustes no câmbio local estão em sintonia com os leves ganhos exibidos pela moeda americana em relação ao peso chileno (+0,16%) e o peso mexicano (+0,11%), após informações sobre um possível atraso na assinatura da chamada "fase 1" do acordo comercial entre Estados Unidos e China. A Reuters noticiou na terça-feira, 29, que esse acordo comercial preliminar sino-americano pode não ficar pronto a tempo de ser assinado no Chile, em meados de novembro, como era esperado, segundo um funcionário do governo americano.
No mercado à vista, às 9h45min, o dólar subia 0,20%, aos R$ 4,0095. O dólar futuro de novembro estava em alta de 0,25%, a R$ 4,009.
Os investidores operam também em compasso de espera do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no terceiro trimestre (9h30) e as decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e do Copom, a serem anunciadas na tarde desta quarta.
O mercado mantém a precificação majoritária de corte de 0,50 ponto porcentual da Selic, para 5% ao ano e de 0,25 ponto nas taxas dos Fed funds. Para a economia americana, é esperada uma desaceleração do crescimento anualizado para 1,6% na primeira leitura do PIB, ante o avanço de 2% registrado no segundo trimestre.
As rolagens de contratos cambiais ajudam na volatilidade do dólar, nesta véspera de definição da última Ptax de outubro, amanhã. A liquidez ainda é bem reduzida e estão no radar dos agentes financeiros os ruídos políticos envolvendo o presidente Jair Bolsonaro, que está na Arábia Saudita.
O economista Homero Guizzo, da Guide Investimentos, diz que o mercado aguarda o PIB dos EUA, enquanto monitora a cena política.
Há expectativas se haverá desdobramentos no Supremo Tribunal Federal da reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, ontem, sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do seu motorista Anderson Gomes, que envolve o nome do presidente Jair Bolsonaro. O JN divulgou que Élcio Queiroz - um dos suspeitos de envolvimento no crime - foi ao condomínio no dia da morte de Marielle e falou ao porteiro que iria na casa 58, de Bolsonaro. O porteiro, segundo a reportagem, interfonou e foi atendido pelo "seu Jair". Ao entrar com o carro no local, Élcio teria se dirigido a outra casa, de número 66, de Ronnie Lessa, outro suspeito de envolvimento no assassinato. Jair Bolsonaro estava em Brasília naquela noite. A citação de Bolsonaro poderá levar a investigação do caso Marielle ao Supremo Tribunal Federal (STF) devido ao foro por prerrogativa de função.
Estadão Conteúdo
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