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Porto Alegre, quarta-feira, 30 de outubro de 2019.
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Mercado de Capitais

Edição impressa de 30/10/2019. Alterada em 30/10 às 03h00min

CVM aprova fundo brasileiro que investe em empresas de maconha

Um novo fundo temático de cannabis foi aprovado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e passou a valer nesta terça-feira (29) para os investidores brasileiros. Primeiro no país, o Fundo Vitreo Canabidiol FIA IE é gerido pela Vitreo, uma fintech (empresa de tecnologia volta ao setor financeiro), e investirá em mais de 80 empresas internacionais voltada para a indústria de maconha.
Um novo fundo temático de cannabis foi aprovado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e passou a valer nesta terça-feira (29) para os investidores brasileiros. Primeiro no país, o Fundo Vitreo Canabidiol FIA IE é gerido pela Vitreo, uma fintech (empresa de tecnologia volta ao setor financeiro), e investirá em mais de 80 empresas internacionais voltada para a indústria de maconha.
De acordo com o sócio fundador da Vitreo, George Wachsmann, a meta é captar R$ 100 milhões. O fundo é reservado apenas a investidores qualificados (que tenham pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras ou que possuam alguma das certificações validadas pela CVM) e possui prazo de resgate de 30 dias (no jargão do mercado, em D 30), tendo ainda de um a dois dias para a conversão das cotas em dinheiro (a chamada cotização). A recomendação de investimento para a carteira é de médio a longo prazo, com um mínimo sugerido de três anos.
A carteira possui aporte mínimo de R$ 5 mil, taxa de administração de 1,5% e cobra performance de 20% sobre o montante excedente ao S&P 500 TR (Total Return), índice calculado pela Standard & Poor's e que embute os dividendos pagos pelas empresas e que acompanha o mercado financeiro dos Estados Unidos pela Bolsa de Valores local, o S&P 500.
 
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