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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 28/10 às 16h43min

Petróleo fecha em queda após China registrar queda em lucro industrial

Os números reforçaram temores de que a desaceleração da economia represente queda na demanda

Os números reforçaram temores de que a desaceleração da economia represente queda na demanda


ANDRE RIBEIRO/PETROBRÁS/DIVULGAÇÃO/JC
Os contratos futuros de petróleo encerraram o pregão desta segunda-feira (28), em queda, após a China registrar recuos em seus lucros industriais, reforçando temores sobre a demanda mundial pela commodity energética.
Os contratos futuros de petróleo encerraram o pregão desta segunda-feira (28), em queda, após a China registrar recuos em seus lucros industriais, reforçando temores sobre a demanda mundial pela commodity energética.
O petróleo WTI para dezembro fechou em queda de 1,50%, a US$ 55,81 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já o contrato do Brent para o mesmo mês caiu 0,73%, a US$ 61,57 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
No fim de semana, o Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês) da China informou que os lucros industriais do país asiático recuaram 5,3% em setembro, na comparação anual.
Os números reforçaram os temores de que a desaceleração da economia global represente queda na demanda pela commodity energética. "O mercado continua a limitar os ganhos, considerado a geopolítica mundial e os temores em relação ao crescimento", diz a consultoria Enverus.
Há, ainda, um contexto de realização de lucros, na medida em que os contratos do WTI e do Brent acumularam quatro sessões de alta.
Os contratos futuros de petróleo chegaram a ensaiar, ao longo do dia, um movimento modesto no campo positivo, após o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, anunciar que Washington pretende ampliar sanções econômicas contra o Irã.
Também contém as perdas o desenrolar do acordo comercial entre Estados Unidos e China, na medida em que investidores seguem avaliando que as negociações estão progredindo e que um entendimento deve ser firmado durante o encontro da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec, na sigla em inglês), em novembro, no Chile.
O fim da guerra comercial entre os dois países pode atenuar os efeitos da desaceleração das economias globais.
*Com informações da Dow Jones Newswires.
Estadão Conteúdo
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