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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Contas Públicas

Edição impressa de 28/10/2019. Alterada em 28/10 às 03h00min

Bolsonaro defende mudanças na estabilidade de servidores públicos

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender que a reforma administrativa deve ser a prioridade do governo no Congresso após a aprovação da reforma previdenciária. Ele reafirmou que quer mudar as regras de contratação dos novos servidores públicos, mas garantiu que não vai alterar as garantias de estabilidade dos atuais funcionários.
O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender que a reforma administrativa deve ser a prioridade do governo no Congresso após a aprovação da reforma previdenciária. Ele reafirmou que quer mudar as regras de contratação dos novos servidores públicos, mas garantiu que não vai alterar as garantias de estabilidade dos atuais funcionários.
O governo estuda ampliar o estágio probatório para 10 anos. Atualmente, são três anos. "Conversamos com o (presidente da Câmara) Rodrigo Maia, com o (presidente do Senado) Davi Alcolumbre. Acredito que a reforma administrativa seja a melhor para o momento. Existe proposta já adiantada na Câmara", disse o presidente a jornalistas.
Bolsonaro também indicou, mais uma vez, que não pensa em incluir estados e municípios na reforma em um primeiro momento, mas que, após a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), quer "mudar essa forma de relação de prefeituras e estados, que exageram no número de servidores". "O fim da estabilidade seria para os novos servidores. Não queremos criar um trauma para os atuais servidores. Grande parte exerce um trabalho muito bom", reforçou.
Na China, o presidente já havia defendido a reforma administrativa como prioridade e assegurado que não vai mexer nas regras dos atuais funcionários.
 
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