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Porto Alegre, segunda-feira, 21 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

21/10/2019 - 10h18min. Alterada em 21/10 às 10h18min

Dólar sobe à espera de Previdência, Brexit e EUA-China

O dólar opera com alta moderada no mercado doméstico, em linha com o ganho da moeda americana em relação ao peso chileno e o peso mexicano, que são exceções entre outras divisas emergentes. O índice DXY operava em queda de 0,09%, em 97,191 pontos às 9h50min desta segunda-feira (21). Às 10h15min, o dólar à vista subia 0,16%, a R$ 4,1250. O dólar futuro de novembro estava em alta de 0,36%, a R$ 4,1320. No exterior, a libra subia a US$ 1,1993, enquanto o euro caía a US$ 1,1165 e o dólar avançava a 108,51 ienes.
O dólar opera com alta moderada no mercado doméstico, em linha com o ganho da moeda americana em relação ao peso chileno e o peso mexicano, que são exceções entre outras divisas emergentes. O índice DXY operava em queda de 0,09%, em 97,191 pontos às 9h50min desta segunda-feira (21). Às 10h15min, o dólar à vista subia 0,16%, a R$ 4,1250. O dólar futuro de novembro estava em alta de 0,36%, a R$ 4,1320. No exterior, a libra subia a US$ 1,1993, enquanto o euro caía a US$ 1,1165 e o dólar avançava a 108,51 ienes.
No radar está a expectativa pela votação, na terça-feira (22), do segundo turno da reforma da Previdência, no plenário do Senado. O cenário de deterioração interna no PSL, o partido do presidente Jair Bolsonaro, que está em viagem ao Japão e outros países pelos próximos dez dias, deixa o investidor na defensiva. Um operador de câmbio afirma que ainda falta a conclusão da Previdência, além do encaminhamento de outras reformas ao Congresso pela equipe econômica.
Contudo, no câmbio, as expectativas de ingresso de fluxo estrangeiro para privatizações, operações com ações na Bolsa e o megaleilão da cessão onerosa, no dia 6 de novembro, ajudam a limitar a correção do dólar ante o real.
Na terça, a divulgação do IPCA-15 de outubro será monitorada. Se vier fraco, o dado poderá ajudar a reforçar apostas de Selic em 4% no final do ciclo de afrouxamento monetário, no início do ano que vem, pressionando o dólar.
Na última sexta-feira, a divisa americana cedeu 1,22%, a R$ 4,1186 no mercado à vista, em meio a fluxo de entrada de recursos para a oferta de ações do Banco do Brasil (US$ 5,8 bilhões) e novas declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Ele confirmou que o BC poderá fazer intervenção no mercado de câmbio em caso de fluxo grande de recursos externos para o Brasil que cause ruptura.
Há ainda outras vendas de ações em andamento, incluindo a do banco BMG e a da varejista C&A. Estas duas empresas precificam suas ofertas na quinta-feira (24). Só este mês, as emissões de ações devem girar perto de R$ 20 bilhões.
No exterior, o índice DXY, que mede a variação da moeda americana ante uma cesta de outras seis rivais, opera em queda nesta segunda-feira com a redução das chances de um Brexit sem acordo, desde que, no sábado, o Reino Unido solicitou à União Europeia uma extensão do prazo de saída do bloco.
Está no radar, também, a guerra comercial entre Estados Unidos e China, desde que o vice-premiê do país asiático Liu He declarou que Pequim e Washington fizeram "avanços concretos" para a assinatura de um "acordo em fases", de acordo com informações do jornal South Morning China Post.
Estadão Conteúdo
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