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Porto Alegre, sexta-feira, 18 de outubro de 2019.
Dia do Médico.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Edição impressa de 18/10/2019. Alterada em 18/10 às 03h00min

Unick é alvo de investigação sobre movimento de R$ 40 mi por dia

PF fez operação contra empresa que atua com moedas virtuais

PF fez operação contra empresa que atua com moedas virtuais


/POLÍCIA FEDERAL/DIVULGAÇÃO/JC
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (17) operação para desarticular uma organização criminosa sediada em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, que cometia crimes no mercado de moedas virtuais. O alvo das buscas é a empresa Unick. As captações do grupo, que atingiu um milhão de clientes, chegavam a R$ 40 milhões por dia.
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (17) operação para desarticular uma organização criminosa sediada em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, que cometia crimes no mercado de moedas virtuais. O alvo das buscas é a empresa Unick. As captações do grupo, que atingiu um milhão de clientes, chegavam a R$ 40 milhões por dia.
De acordo com a investigação, realizada com apoio da Receita Federal, os valores dos investidores eram aplicados no mercado de Foreign Exchange (Forex), compra e venda de moedas, tipo de operação que é autorizadas somente às instituições financeiras oficiais.
Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo, Caxias do Sul, Curitiba (PR), Bragança Paulista (SP), Palmas (TO) e Brasília (DF) foram alvos de 65 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão. Também foram efetuadas medidas judiciais cautelares para apreensão de veículos, sequestro de bens e bloqueio de valores em contas correntes.
Segundo a Polícia Federal, os clientes eram atraídos pela promessa de retorno de 100% sobre o valor investido, no prazo de seis meses. A captação de recursos ocorria em formato de "pirâmide financeira", em que os novos investidores subsidiam os pagamentos de remuneração daqueles que já aplicaram recursos há mais tempo.
A organização já havia sido notificada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), mas seguiu atuando e teve expedida uma ordem de parada de operações (stop order), que também foi ignorada. Outras práticas criminosas, como a aquisição de moedas virtuais para remeter ao exterior, assim como crimes de lavagem de dinheiro, , também foram identificadas.
 
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