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Porto Alegre, sexta-feira, 18 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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trabalho

Edição impressa de 18/10/2019. Alterada em 17/10 às 21h46min

Até setembro, Rio Grande do Sul tem saldo positivo de vagas

Conforme dados divulgados pelo Caged, mês passado terminou com 157,2 mil contratações no país

Conforme dados divulgados pelo Caged, mês passado terminou com 157,2 mil contratações no país


CARL DE SOUZA/AFP/JC
O mercado de trabalho gaúcho teve um saldo positivo de 17.888 vagas formais criadas no acumulado deste ano, entre janeiro e setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número, que é 0,71% maior do que o registrado no final de 2018, é resultado da diferença entre as 851.550 admissões e 833.662 demissões realizadas no período.
O mercado de trabalho gaúcho teve um saldo positivo de 17.888 vagas formais criadas no acumulado deste ano, entre janeiro e setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número, que é 0,71% maior do que o registrado no final de 2018, é resultado da diferença entre as 851.550 admissões e 833.662 demissões realizadas no período.
Os setores que tiveram maior saldo líquido de criação de vagas com carteira assinada entre janeiro e setembro foram serviços (16.290 empregos), indústria de transformação (8.738), extração mineral (191) e administração pública (81). Já as demissões foram liberadas pelo comércio (5.187 cortes de vagas), construção civil (1.554), agropecuária (434) e serviços industriais de utilidade pública (237).
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No mês de setembro, segundo o Caged, o Rio Grande do Sul teve criação líquida de 1.603 empregos, resultado de 81.574 admissões e 79.971 demissões. O saldo é 0,06% maior do que o registrado em agosto. No mês passado, os setores que mais contrataram foram comércio (1.738 postos de trabalho) e serviços (1.655). Já os desligamentos são liderados por indústria da transformação (2.944 demissões) e serviços industriais de utilidade pública (46).
Já no Brasil, foram geradas 157.213 vagas com carteira assinada no País em setembro. Esse é o melhor resultado para o mês desde 2013, quando foram criados 211.068 postos de trabalho formais.
O mercado de trabalho brasileiro vem se mostrando mais aquecido do que no ano passado. No acumulado de janeiro a setembro, o saldo de vagas abertas é de 761.776, sendo que, no mesmo período do ano anterior, foram gerados 719.089 novos empregos com carteira assinada.
Em 2019, as demissões superaram as contratações apenas em março. Tradicionalmente, o período entre agosto e outubro concentra a maior parte de contratações de temporários nas fábricas para produzir as demandas das festas de fim de ano. Depois, principalmente em dezembro, o resultado costuma ser negativo devido à dispensa desses trabalhadores.
Ao anunciar o resultado positivo do Caged de setembro, o Ministério da Economia ressaltou que, pela primeira vez no ano, todas as 27 unidades da Federação apresentaram aumento de vagas formais de trabalho.
Além disso, os dados mostram que sete setores econômicos geraram emprego em setembro. São eles: serviços (64.533 vagas), indústria de transformação (42.179), comércio (26.918), construção civil (18.331), agropecuária (4.463); atividade extrativa mineral (745) e administração pública (492).
O Nordeste foi a região que mais gerou empregos em setembro, com a oferta de 57.035 vagas. A lista segue com Sudeste (56.833 vagas), Sul (23.870), Centro-Oeste (10.073 vagas) e, por último, Norte (9.352).
ARTES

Rais indica aumento no emprego formal em 2018 no País

Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgados nesta quinta-feira, mostram o crescimento do emprego formal em 2018. O ano passado fechou com 46,63 milhões de vínculos, 349,52 mil a mais do que em 2017, o que corresponde a um aumento de 0,8% nos postos com carteira assinada no País.

Nos 12 meses de 2018, o emprego celetista registrou crescimento de 371.392 mil postos, 1,02% a mais do que em 2017. Houve alta em quatro das cinco regiões do Brasil, sendo que o Nordeste teve o maior aumento relativo na oferta de vagas. Das 27 unidades da Federação, 19 fecharam com desempenho positivo no emprego formal - principalmente Maranhão, Mato Grosso, Amapá, Santa Catarina e Amazonas.

O aumento no emprego foi maior na faixa de trabalhadores com idades entre 40 e 49 anos. Em relação à escolaridade, a maior variação positiva foi no grupo dos empregados com Ensino Superior completo. E a diferença entre homens e mulheres diminuiu, sendo que o emprego feminino foi o que mais cresceu.

Dos oito setores econômicos, o maior crescimento absoluto em 2018 foi nos serviços, que abriu 456 mil novas vagas em todo o País, um aumento de 2,72%. Se for considerado o tamanho do setor, os serviços industriais de utilidade pública registraram melhor desempenho, com uma expansão de 2,97% referente ao acréscimo de 13 mil vagas.

EmpregarRS oferecerá mais de 3,3 mil vagas nesta sexta-feira

A sexta edição do EmpregarRS ocorre nesta sexta-feira, em 100 municípios gaúchos. O maior evento de empregabilidade do Estado oferecerá 3.362 vagas de emprego. Em Porto Alegre, serão 22 empresas realizando entrevistas para 956 vagas, das 9h às 16h, no Vida Centro Humanístico (avenida Baltazar de Oliveira Garcia, 2.132).

Promovido pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), o evento de intermediação de mão de obra envolverá entrevistas de emprego e atividades de orientação sobre o mundo do trabalho.

De acordo com o diretor-presidente da FGTAS, Rogério Grade, "o EmpregarRS aproximará empresas que necessitam contratar profissionais e trabalhadores que buscam uma oportunidade de emprego, além de desenvolver habilidades e conhecimentos favoráveis à formação do trabalhador e colocação no mundo do trabalho".

Os trabalhadores interessados em se candidatar às vagas de emprego devem comparecer ao local de realização do evento no seu município, na sexta-feira, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Realizado anualmente desde 2015 pela FGTAS, o EmpregarRS já atendeu 83.706 trabalhadores em todo o Rio Grande do Sul.

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