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Porto Alegre, quarta-feira, 09 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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agronegócios

Edição impressa de 09/10/2019. Alterada em 09/10 às 03h00min

Ação descobre agrotóxicos proibidos em lavouras de arroz

Fiscais realizaram fiscalização com coleta de água em propriedades

Fiscais realizaram fiscalização com coleta de água em propriedades


/IBAMA/DIVULGAÇÃO/JC
A Comissão de Fiscalização e Controle do Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos realizou operação conjunta para fiscalizar o uso de hidróxido de fentina, comercializado no Brasil com o nome de Mertin 400. A ação ocorreu em lavouras de arroz pré-germinado na região de Santa Maria e da 4ª Colônia (Restinga Seca, Agudo e Dona Francisca). Foram encontrados produtos vencidos, contrabandeados (hidróxico de fentina e metil metsulfurom), além do próprio Mertin. Na ação, houve coleta de água, solo, sementes e até de animais mortos por suposto envenenamento. Também foram recolhidas embalagens vazias descartadas indevidamente.
A Comissão de Fiscalização e Controle do Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos realizou operação conjunta para fiscalizar o uso de hidróxido de fentina, comercializado no Brasil com o nome de Mertin 400. A ação ocorreu em lavouras de arroz pré-germinado na região de Santa Maria e da 4ª Colônia (Restinga Seca, Agudo e Dona Francisca). Foram encontrados produtos vencidos, contrabandeados (hidróxico de fentina e metil metsulfurom), além do próprio Mertin. Na ação, houve coleta de água, solo, sementes e até de animais mortos por suposto envenenamento. Também foram recolhidas embalagens vazias descartadas indevidamente.
Foram emitidos oito termos de fiscalização, dois termos aditivos, dois autos de apreensão e depósito e três autos de infração. O Ibama fiscalizou 20 propriedades e lavrou nove autos de infração, totalizando quase R$ 50 mil, três termos de embargo e três termos de apreensão e depósito.

Federarroz vê com otimismo quadro de exportação para o ano

Quadro de oferta mais ajustado em função da quebra de safra brasileira e vendas externas firmes com boa demanda pelo produto brasileiro. Estes são alguns dos motivos vistos pela Federarroz com o cenário de exportações e importações do cereal. Além disso, segundo a entidade, a cotação alta do câmbio está proporcionando boa competitividade ao produto brasileiro.

De março a setembro deste ano já foram exportadas 760 mil toneladas de arroz (base casca) enquanto a importação foi de 636 mil toneladas, gerando um superávit de 124 mil toneladas de arroz até o mês passado. "Este quadro é que nos dá otimismo que fecharemos este ano com um quadro muito ajustado de importação e exportação e, também, com baixos estoques de passagem para o próximo ano safra", avalia o presidente da Federarroz, Alexandre Velho. Outros pontos que motivam este otimismo é a consolidação do Brasil como um dos grandes atores do mercado mundial do arroz. Além disto, a expectativa é que até dezembro deverá ser embarcado pelo Porto de Rio Grande o segundo carregamento de 30 mil toneladas de arroz beneficiado, com destino ao Iraque, mercado que vem demandando o arroz brasileiro.

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