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Porto Alegre, terça-feira, 08 de outubro de 2019.
Dia do Nordestino e dia Nacional do Combate a Cartéis.

Jornal do Comércio

Economia

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indústria

08/10/2019 - 10h23min. Alterada em 08/10 às 11h56min

Indústria gaúcha registra queda pelo segundo mês seguido em agosto

Recuo de 3,4% na comparação com julho foi o mais intenso entre os locais pesquisados pelo IBGE

Recuo de 3,4% na comparação com julho foi o mais intenso entre os locais pesquisados pelo IBGE


CLAITON DORNELLES/JC
Bruna Oliveira
Pelo segundo mês consecutivo, a produção industrial voltou a registrar queda no Rio Grande do Sul em agosto ante julho. Foi o recuo mais intenso do País na comparação mensal. De acordo com a Pesquisa Mensal Industrial - Regional (PMI) divulgada nesta terça-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor caiu 3,4% em agosto ante julho e 6,3% sobre agosto do ano passado. Apesar disso, o desempenho do Estado ainda é positivo no acumulado do ano (4,9%) e nos últimos 12 meses (6,6%).
Pelo segundo mês consecutivo, a produção industrial voltou a registrar queda no Rio Grande do Sul em agosto ante julho. Foi o recuo mais intenso do País na comparação mensal. De acordo com a Pesquisa Mensal Industrial - Regional (PMI) divulgada nesta terça-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor caiu 3,4% em agosto ante julho e 6,3% sobre agosto do ano passado. Apesar disso, o desempenho do Estado ainda é positivo no acumulado do ano (4,9%) e nos últimos 12 meses (6,6%).
O resultado da indústria gaúcha vem na contramão da média nacional, que cresceu 0,8% de julho para agosto, com alta em 11 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE. Os demais resultados negativos foram registrados em Santa Catarina (-1,4%), Espírito Santo (-1,4%) e na Bahia (-0,1%). Em relação a agosto de 2018, o setor industrial recuou 2,3% em agosto deste ano, com quedas em oito dos quinze locais pesquisados.
As maiores perdas por segmento no Estado foram apuradas na metalurgia (-12,9%) e na fabricação de produtos de fumo (-12,9%), seguidas da fabricação de outros produtos químicos (-10,8%) e de coque, produtos derivados do petróleo e outros biocombustíveis (-9,7%). Somente dois segmentos tiveram variação percentual positiva ante agosto do ano passado: preparação de couro e fabricação de artefatos de couro (6,8%) e fabricação de celulose, papel e produtos de papel (2,5%). 
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