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Trabalho

- Publicada em 03h14min, 08/10/2019. Atualizada em 03h00min, 08/10/2019.

Indicador Antecedente de Emprego sobe 0,3 ponto

Pesquisa sugere continuidade da recuperação gradual do mercado

Pesquisa sugere continuidade da recuperação gradual do mercado


FLAVIA DE QUADROS/FLAVIA DE QUADROS/ARQUIVO/JC
O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) subiu 0,3 ponto de agosto para setembro, para 87,1 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira. Em médias móveis trimestrais, o indicador subiu 0,2 ponto, a segunda elevação consecutiva.
O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) subiu 0,3 ponto de agosto para setembro, para 87,1 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira. Em médias móveis trimestrais, o indicador subiu 0,2 ponto, a segunda elevação consecutiva.
"A suave alta em setembro compensa a queda observada no mês anterior e mantém o indicador na trajetória positiva, atingindo o maior nível desde abril de 2019. O resultado sugere continuidade da recuperação gradual do mercado de trabalho nos próximos meses, e mostra que ainda há um longo caminho pela frente", avaliou Rodolpho Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).
O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) recuou 0,6 ponto em setembro ante agosto, para 92,9 pontos. "O ICD voltou a registrar resultado favorável em setembro após um tropeço em agosto. O patamar elevado do indicador sugere que a melhora na taxa de desemprego deve continuar devagar", completou Tobler.
O ICD é construído a partir dos dados desagregados, em quatro classes de renda familiar, da pergunta da Sondagem do Consumidor que procura captar a percepção sobre a situação presente do mercado de trabalho. O IAEmp é formado por uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, todas apuradas pela FGV. O objetivo é antecipar os rumos do mercado de trabalho no País.
No IAEmp, cinco dos sete componentes registraram avanços em setembro, com destaque para o Indicador de Tendência dos Negócios para os próximos seis meses do setor de serviços, que subiu 3 pontos. No ICD, o recuo foi puxado pelas famílias com renda mensal entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil (-3,7 pontos) e de R$ 4,8 mil a R$ 9,6 mil (-1,8 ponto).
 
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