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Conjuntura

- Publicada em 03h01min, 07/10/2019. Atualizada em 03h00min, 07/10/2019.

Bolsonaro descarta plano B na Economia e elogia Guedes

Ministro concentra os principais temas em discussão hoje no País

Ministro concentra os principais temas em discussão hoje no País


/JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL/JC
O presidente Jair Bolsonaro reiterou seu apoio ao ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmando que não existe um plano B para a economia. Em entrevista, ele deixou claro que, graças à política econômica de Guedes, o País está conseguindo reconquistar a confiança do investidor internacional e está caminhando para a recuperação. "A economia é 100% com o Guedes", afirmou. O presidente afirmou que não interfere na economia, mas que às vezes faz sugestões, transmitindo ao ministro "o anseio popular".
O presidente Jair Bolsonaro reiterou seu apoio ao ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmando que não existe um plano B para a economia. Em entrevista, ele deixou claro que, graças à política econômica de Guedes, o País está conseguindo reconquistar a confiança do investidor internacional e está caminhando para a recuperação. "A economia é 100% com o Guedes", afirmou. O presidente afirmou que não interfere na economia, mas que às vezes faz sugestões, transmitindo ao ministro "o anseio popular".
Ao ser indagado se concorda com a proposta de repartir os recursos do megaleilão de petróleo do pré-sal com o Congresso, Bolsonaro disse que essa questão também está com Paulo Guedes.
Com a redução da economia prevista com a reforma da Previdência, que caiu a cerca de
R$ 800 bilhões em 10 anos, o governo busca uma solução para a divisão daqueles recursos, de modo a assegurar apoio dos parlamentares na votação em segundo turno da reforma.
A expectativa de arrecadação com o leilão, que deve ocorrer em novembro, é de R$ 106,5 bilhões. Desse valor, R$ 33 bilhões ficarão com a Petrobras e os R$ 76 bilhões serão repartidos entre União, estados e municípios. A equipe de Guedes avalia se parte do dinheiro deve ser dividido também com o Congresso, por meio de emendas parlamentares.
A mais recente novidade no âmbito da pasta é que o governo enterrou de vez os planos de injetar R$ 3,5 bilhões na Eletrobras para tornar a estatal mais atraente para investidores privados e decidiu adotar uma estratégia de corpo a corpo com parlamentares em uma ofensiva para angariar apoio ao projeto de lei que abrirá caminho para a privatização da elétrica.
Ao comentar os resultados positivos da geração de empregos - segundo o Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged), em agosto, foram criadas 121 mil vagas com carteira assinada, melhor resultado para o mês em seis anos -, Bolsonaro elogiou a reforma trabalhista do governo de Michel Temer. "Se o Temer não fizesse a reforma trabalhista, estaria numa situação muito pior do que estava antes."
O presidente também voltou a comparar a economia a um transatlântico, ressaltando que não é possível "dar um cavalo de pau", referindo-se às críticas de que a retomada do crescimento econômico está mais lenta do que o esperado.
 
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